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A opinião e razões dos signatários do Abaixo-Assinado: DIGA NÃO À REFORMA ADMINISTRATIVA DE HUGO MOTTA, para Concurseiros, Servidores Públicos e Sociedade em geral

NomeComentário
KARINE S.Sou contra.
PAULO N.Fazer leia justas e q
Lilian M.Não a retirada de direitos do servidor público! Que tirem dos políticos e das isenções das grandes empresas!
Karina d.Repúdio total
Cássia .Não, a privatização! Sim, a estabilidade!
Isabela S.Inconstitucional
LENIN L.NUNCA!
Marllon G.Sou totalmente contra os aspectos da Reforma Administrativa que afetam os servidores públicos. A proposta enfraquece a estabilidade e os direitos conquistados, abrindo espaço para demissões arbitrárias e favorecimento político. Além disso, desvaloriza as carreiras públicas e ameaça a qualidade dos serviços prestados à população, ao transformar o funcionalismo em algo mais precário e instável. Em vez de atacar o servidor, o foco deveria ser na boa gestão dos recursos e no combate à corrupção e aos privilégios que realmente pesam nas contas públicas
ADRIANA S.É um absurdo criarem uma reforma que acaba com os direitos do servidor público.
Jaiza G.A estabilidade do servidor público é fundamental e serve, principalmente, para resguardar a Administração Pública de interferências políticas e mudanças de governo.
Jader G.Não à Reforma Administrativa
Beatriz .Nao à deforma administrativa!!!
Mário M.DIGA NÃO À REFORMA ADMINISTRATIVA DE HUGO MOTTA
GISELLE L.NÃO À REFORMA ADMINISTRATIVA!!!
Adrimauro .Essa reforma administrativa vai destruir o serviço público.
Josiane .A reforma irá precarizar os serviços públicos!! Não à reforma administrativa!!
[email protected]Essa pec acaba com os serviços públicos principalmente na esfera municipal.
Alisson .Essa Reforma Administrativa visa acabar com a estabilidade do servidor e precarizar o serviço público
Daniel S.Antes de falar em reforma administrativa, que tal uma reforma legislativa? Os "trabalhadores" do Congresso, que custam R$ 3,2 milhões por ano cada um, deveriam ser os primeiros a servir de exemplo. Propõe-se para eles: 44h semanais PRESENCIAIS com ponto eletrônico. 60 faltas = perda do mandato. Fim dos super salários indiretos: ACABEM com a verba de gabinete de R$ 133 mil, o auxílio-moradia em uma cidade onde os aluguéis dispararam 31% em um ano, e a cota parlamentar de R$ 45 mil em média que banca de passagens aéreas a combustível. Acabem de vez com a mamata das EMENDAS PARLAMENTARES, a maior distorção orçamentária e moeda de corrupção deste país. E que tal aplicarmos a previdência do INSS a esses 'servidores' especiais? A pergunta que não quer calar: será que a pressão pelo retorno presencial na reforma administrativa tem mais a ver com a valorização dos imóveis comerciais em Brasília – muitos dos quais são de propriedade de parlamentares – do que com a produtividade do serviço público? É mais fácil cortar direitos de quem não tem poder de barganha do que acabar com os privilégios de quem faz as leis. Reformem-se primeiro.
DanielaQue retrocesso absurdo, esse conservadorismo da elite e vergonhoso, tantas pautas para a sociedade ,congresso inimigo do povo

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