Petição Pública Brasil
Criar Abaixo-assinado
Login ou Registar
procurar
Razões para assinar. O que dizem outros assinantes.
A opinião e razões dos signatários do Abaixo-Assinado:
Fica Fernando e fica João Carlos! #PUCMinas #Jornalismo #2014
, para Excelentíssimo Senhor Reitor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas)
Nome
Comentário
Fernanda S.
Um absurdo! Esses são os dois maiores mestres do curso de Jornalismo da Puc.
Michele P.
Três vezes mestre. Três vezes o professor da nossa turma, e se houvesse uma quarta, seria ainda mais feliz. Ele nos ensinou a escrever, a desconfiar, a questionar e até a pensar política de um jeito jornalístico e ético. As histórias de vida nos mostram o quanto a profissão pode ser bela, e pode ser dura... Mas talvez por isso, ainda mais bela. Ao meus mestre João Carlos Firpe Penna, meu carinho e o pedido para que fique, pois mais alunos merecem compartilhar desse conhecimento.
Marcelo S.
Quem teve aulas com o João e o Fernando sabe da importância de ambos para a formação de todos os estudantes de Jornalismo que passaram pela PUC-Minas. Tenho uma dívida eterna com ambos, que me ajudaram dentro e fora da Universidade. Então, pra conseguir uma nota melhor para o curso, a PUC quer dispensar dois daqueles que fizeram parte da construção do bom nome que Jornalismo da PUC tem no Brasil? Usa e joga fora? Não está certo, não é coerente e sou contra. Fica Fernando. Fica João Carlos.
Cristiano M.
Se o curso de Jornalismo da PUC é tido como referência, muito se deve a Fernando Lacerda e João Carlos Firpe Penna. No mercado, são reconhecidos como um patrimônio da universidade. É uma lástima que a própria instituição não enxergue isso!
Maria P.
Dois professores que marcaram as vidas academicas de inumeras geracoes. Formei em jornalismo na puc minas em 2000 e este ano minha filha marina dias lopes paiva formou se em jornalismo na mesma instituicao tendo sido aluna desses dois professores tao importantes para todos da comunicação.
Bruna R.
Fernando e João Carlos são professores sensacionais e experientes. Fui aluna deles entre 2009 e 2012. A PUC perde muito com a saída dos dois.
Renan P.
Não há professores tão capacitados e pedagogos como eles no curso. Por favor, não faça da puc uma faculdade particular como todas. Continuem sendo diferenciados!
Júlia R.
Fernand e João Carlos não só contribuíram para a minha formação como futura jornalista, mas também me fizeram acreditar, me apaixonar por essa profissão. A saída dos dois vai ser uma grande perda não só para o curso, mas para todos os alunos que cursam e os que pensam em cursar Jornalismo.
Taís P.
Estou no último período de Jornalismo da Puc Minas. No quesito jornalismo impresso, com certeza os melhores mestres que tive foram Fernando Lacerda e João Carlos Penna. Meu texto melhorou 100% com as correções do último e meu faro jornalístico com certeza ficou mais aguçado graças às dicas do primeiro. Um título não pode impedir que grandes mestres continuem a inspirar seus alunos.
Adriana V.
Sou "filha da PUC", formada em 1995, e fui aluna do João Carlos. Ele foi responsável, inclusive, por me lançar no restrito mercado de BH, no qual atuo desde então. Perder um professor com sua competência, seus conhecimentos e seu profissionalismo, só trará prejuízos - para o jornalismo, para os futuros profissionais e para a PUC.
Graziela A.
Fernando e João Carlos são mestres incontestáveis e responsáveis por consolidar teoria e prática em um curso onde a prática é tão essencial como é o Jornalismo. Não seria a profissional que me orgulho de ser, atuando há quase dez anos em Brasília, sem a influência desses dois essenciais professores. Mestres na concepção essencial da palavra. Abrir mão desses profissionais é diminuir o potencial da PUC-Minas que se é referência como é no curso de Comunicação deve isso muito a esses dois profissionais. Espero que futuros alunos do Prédio 13 tenham o mesmo privilégio que tive de aprender com esses dois. A eles meu total reconhecimento e gratidão. Assina: Graziela Pereira de Almeida, formada em Jornalismo pela PUC-Minas na turma de dezembro de 2001. Pós-graduada em Comunicação e Gestão Empresarial também pela PUC-Minas.
Gabrielle A.
A primeira oportunidade que tive para, de fato, praticar o Jornalismo, foi no nosso velho e querido Jornal MARCO (em caixa alta!). Comecei a trabalhar como voluntária, e fiquei um ano no maior jornal laboratório do Brasil - quiçá do Universo. Eu, que sempre gostei de jornal impresso, me apaixonei ainda mais. E uma grande parte desse entusiasmo eu agradeço ao Fernando. Ele, antes professor e depois chefe, sempre me fez querer ir além. Seja depositando um voto de confiança em mim, dando broncas, contando histórias, derrubando pautas, me fez gostar ainda mais de ser jornalista. Com o João Carlos, a relação foi ao contrário. Primeiro, como chefe, sub-editor do MARCO, depois, como professor. O brilho nos olhos que ele deposita quando conta suas histórias ou quando exige o melhor de nós, alunos ou monitores, são, para mim, fonte de inspiração. Deixo aqui o meu muito obrigada aos dois. Lamento pelos próximos alunos, que não terão a experiência viva na sala de aula. E lamento pelo curso de Jornalismo, que perde dois grandes mestres.
Carla C.
Por meio da experiência destes dois professores, pude aprender o verdadeiro significado de "fazer jornalismo". Acho que a experiência em campo destes dois profissionais só tem a acrescentar ao ensino e ao curso de jornalismo da PUC Minas.
Fabrício S.
Formação profissional, é a palavra chave que define o papel fundamental do João Carlos e do Fernando Lacerda no curso de Jornalismo. Grandes nomes da profissão no país tiveram ambos como mestres, atuais e futuros alunos da faculdade perderiam muito com a ausência de tanta experiência e vivência.
Maria D.
Quando João Carlos nos pediu para que escrevéssemos o primeiro texto, foi logo explicando que a pontuação oscilaria de A a E. Sarcástico como sempre, acrescentou: E é de Engenharia, então é auto-explicativo. Fiquei em pânico. Tirei C. Absolutamente frustrante, mas ainda era uma potencial jornalista, visto que jamais me tornaria uma engenheira, nem mesmo se o professor me premiasse com um D. Estabeleci um vínculo com João e uma admiração fortíssima que me inspiram eternamente. Tirei um A. Mais um A. E outro A. De vez em quando vinha um B, para te tirar do olimpo e te mostrar que somos mortais e erramos substancialmente e com bastante constância. Anos depois tive o prazer de conviver de perto com Fernando do Marco, meu mestre sensato, humano, exemplo de equilíbrio e sensatez. Sou jornalista. Em tempos sombrios da mídia, digo com orgulho que estou no mercado há 18 anos. Na grande mídia. E se segui adiante, buscando inspiração e energia aos trancos e barrancos, isso ocorreu pelo início do caminho trilhado com a ajuda de profissionais brilhantes como João e Fernando. Prescindir de profissionais do quilate de ambos em instituições acadêmicas é miopia, insensibilidade e estupidez.
Vinícius A.
Excelentíssimo Reitor, É muito gratificante saber que curso uma das graduações em jornalismo mais reconhecidas do Brasil. E como estudante do 7º período, sei que os títulos que o curso tem se devem, em boa parte, aos bons professores que nele estão. Fernando Lacerda e João Carlos Firpe Penna são dois exemplos disso. Foi com tristeza que recebi a notícia de que ambos estão sendo desligados de suas funções junto ao curso. A visão que os dois têm enquanto professores que conhecem o mercado de trabalho no meio jornalístico é riquíssima para um estudante que apenas tem uma noção idealizada do mesmo. Peço que reconsiderem o desligamento dos professores Fernando Lacerda e João Carlos Firpe, e que dessa forma permitam que os futuros estudantes tenham a oportunidade de serem ensinados por eles. Obrigado Vinícius Augusto, estudante do 7º período
Thiago B.
Não podemos perder estes dois mestres do jornalismo! O que foi aprendido nas aulas destes dois jamais poderá ser tirado de mim. Entretanto, será negado a diversos alunos que virão. Obs.: Ainda apostei com o Fernando quem ia ter a barba maior até que eu me formasse.
Mauro J.
Às vezes existem momentos, existem situações em que muitas coisas se sobrepõem à razão. A própria Bíblia nos ensina que a razão do mundo não é nada diante da razão de Deus. Portanto, eu peço, encarecidamente que a PUC Minas, Instituição Católica, considere com carinho nosso clamor no curso de comunicação. Atenciosamente.
Ana B.
O que o Fernando e o João Carlos passam a seus alunos nenhum mestre sem a experiência que eles têm pode passar. Menos valor ao título e mais valor aos verdadeiros mestres!
Amanda A.
Que os próximos filhos da PUC tenham a possibilidade de aprender com esses dois grandes mestres!
anterior
1
2
3
4
seguinte
Assinaram o abaixo-assinado
395
Pessoas
Assinar Abaixo-Assinado
O seu apoio é muito importante. Apoie esta causa. Assine o Abaixo-Assinado.
Ler texto do Abaixo-Assinado
Lista de todos os abaixo-assinados