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A opinião e razões dos signatários do Abaixo-Assinado: BANCA FGV: PROIBIÇÃO DE REALIZAR NOVOS CONCURSOS PÚBLICOS, para Estudantes que realizam concursos públicos

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Stephany ..
Gabriel .Manifesto minha preocupação com o nível de dificuldade das provas aplicadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) para cargos cujo nível hierárquico e remuneratório não justificam exigência tão elevada. Não se trata de pedir facilidade, mas proporcionalidade e coerência com o conteúdo programático e as atribuições do cargo. Muitos candidatos dedicam tempo, recursos e esforço confiando na razoabilidade do certame. Quando há descompasso entre cargo e prova, surge frustração e sensação de injustiça. Espera-se maior equilíbrio e sensibilidade na elaboração das avaliações.
DANIEL M.Estava passando da hora...
José .Fiz a prova da PC PI foi um desastre a FGV
Caio V.Banca logisticamente despreparada para aplicação de provas. As provas deveriam ser democráticas e acessíveis em relação ao local de realização e a dificuldade proporcional ao cargo e a quantidade de vagas porém, devido aos abusos da banca, as vagas sequer conseguem ser preenchidas na maioria dos cargos, gerando prejuízo ao erário público que precisa frequentemente realizar novos certames para as mesmas funções. No final, todos saem perdendo, menos a banca que constantemente é contratada apesar de seu despreparo e incompetência.
Geraldino S.Fui prejudicado no concurso público da SEEMG em 2023,por causa da FGV! Gostaria que esta banca, fosse banida das organizações de concursos públicos no Brasil ????
LUCAS G.A condução do certame pela Fundação Getulio Vargas – FGV revelou-se marcada por vícios que comprometem a legalidade, a transparência e a isonomia do processo seletivo. A prova aplicada apresentou questões com inconsistências técnicas, erros materiais e formulações ambíguas, circunstâncias que geraram insegurança jurídica aos candidatos. No caso específico do Exame de Ordem, cuja finalidade é aferir a capacidade mínima para o exercício profissional, não se admite a elaboração de questões com grau de complexidade desproporcional ao conteúdo programático previsto no edital, tampouco a presença de erros que ensejem múltiplas interpretações razoáveis. O mesmo se aplica aos concursos públicos em geral, nos quais deve prevalecer o princípio da vinculação ao edital e da objetividade na avaliação. A banca examinadora deve observar rigor técnico, clareza e coerência na formulação das questões, sob pena de violação aos princípios da legalidade, razoabilidade, proporcionalidade e segurança jurídica. A reiterada ocorrência de falhas demonstra comprometimento da lisura do certame. Diante desse cenário, requer-se a exclusão da Fundação Getulio Vargas – FGV da condução do certame, como me
João P.Banca totalmente desonesta com os candidatos.
Diego .O problema na minha concepção é uma nítida falta de bibliografia correta de edital, além de gabaritos controversos em questões incompatíveis com determinados graus de ensino.
DENIZE O.não faz provas justas
Daniel O.Apesar
ANDREW S.Banca injusta, e com grande resistência quanto a recursos interposto.
Fernanda C.Banca cobra conteúdo fora do previsto no edital. Banca faz questões dúbias, muitas vezes com divergência jurisprudencial e doutrinária.
Rebeca .Banca sem responsabilidade com o que cobra no edital, cobrando assunto extra edital do próprio concurso.
Matheus .Tem que colocar uma justa!
Suellen B.Assino, com exatidão e prontidão, que a banca FGV (Fundação Getúlio Vargas) deve ser exilada para preenchimento de concursos públicos.
Renata .ASSINO!!
Helena n.Falta de comprometimento com a legalidade e aplicação de provas excessivamente difíceis, que não condizem com o cargo.
iara .Surreal as provas aplicadas pela FGV
Kai .Pelo respeito aos candidatos e à administração pública

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