falta de divulgação
Quando se fala em divulgação científica, o incentivo para que ela se torne uma cultura no Brasil deve ir além da questão financeira. Esse foi um dos principais focos da discussão realizada durante o evento Difusão científica na prática: projetos e possibilidades, realizado no último dia 17 pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.
Segundo a coordenadora do festival de divulgação científica Pint of Science Brasil Natália Pasternak Taschner e o docente do Instituto de Física da USP Mikyia Muramatsu, que participaram como palestrantes no evento, a própria universidade deve quebrar seus preconceitos e se envolver mais intensamente na difusão de pesquisas científicas à sociedade.
Quando se fala em divulgação científica, o incentivo para que ela se torne uma cultura no Brasil deve ir além da questão financeira. Esse foi um dos principais focos da discussão realizada durante o evento Difusão científica na prática: projetos e possibilidades, realizado no último dia 17 pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.
Segundo a coordenadora do festival de divulgação científica Pint of Science Brasil Natália Pasternak Taschner e o docente do Instituto de Física da USP Mikyia Muramatsu, que participaram como palestrantes no evento, a própria universidade deve quebrar seus preconceitos e se envolver mais intensamente na difusão de pesquisas científicas à sociedade.
Quando se fala em divulgação científica, o incentivo para que ela se torne uma cultura no Brasil deve ir além da questão financeira. Esse foi um dos principais focos da discussão realizada durante o evento Difusão científica na prática: projetos e possibilidades, realizado no último dia 17 pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.
Segundo a coordenadora do festival de divulgação científica Pint of Science Brasil Natália Pasternak Taschner e o docente do Instituto de Física da USP Mikyia Muramatsu, que participaram como palestrantes no evento, a própria universidade deve quebrar seus preconceitos e se envolver mais intensamente na difusão de pesquisas científicas à sociedade.
Quando se fala em divulgação científica, o incentivo para que ela se torne uma cultura no Brasil deve ir além da questão financeira. Esse foi um dos principais focos da discussão realizada durante o evento Difusão científica na prática: projetos e possibilidades, realizado no último dia 17 pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.
Segundo a coordenadora do festival de divulgação científica Pint of Science Brasil Natália Pasternak Taschner e o docente do Instituto de Física da USP Mikyia Muramatsu, que participaram como palestrantes no evento, a própria universidade deve quebrar seus preconceitos e se envolver mais intensamente na difusão de pesquisas científicas à sociedade.