Genocídio silencioso - Contra o aborto
Para: Congresso Nacional do Brasil
Para muitas mulheres, ser mãe é algo maravilhoso e inexplicável. No entanto, muitas pessoas recebem a notícia da gravidez como um grande “problema”. A solução para muitos é o aborto, um mal que destrói a sociedade e ceifa 50 milhões de vidas todos os anos.
Há quem lute pela sua legalização usando a desculpa de que muitas mulheres correm um risco de vida, em função da gravidez. O que muitos não sabem é que o aborto é permitido no Brasil nos seguintes casos: quando há rico de morte da mãe causado pela gravidez; quando o mesmo é resultante de um estupro; ou se o feto não possuir o cérebro. Mesmo diante das exceções, não deixa de ser um crime; o mesmo só é imputável.
Muitos ainda usam como a argumento a frase: “meu corpo, minhas regras”. A partir do momento em que se origina uma nova vida, a mesma não será mais um membro do seu corpo, mas sim um futuro cidadão comum, com o mesmo direito de possuir a vida.
O ato do aborto se assemelha com uma mãe que acaba de dar à luz e logo em seguida, joga a criança em uma lata de lixo da esquina de uma rua qualquer. A pergunta é: se ficam tão chocados com as imagens do Holocausto, por que não têm a mesma reação quando falamos dessas vítimas inocentes ainda no ventre de suas mães?
A origem da vida é misteriosa e perfeita. Interrompê-la é um ato covarde e cruel, que nos faz retroceder como sociedade. Não apoie essa causa.