NÃO ACABEM COM A CLÍNICA DA FAMÍLIA
Para: Secretaria Municipal de Saúde, Marcello Crivella
A prefeitura anunciou o corte de 11 equipes pertencentes ao programa saúde da família do Hospital Municipal Raphael de Paula e Souza, o que deixaria 40 mil pessoas para serem atendidas por 7 equipes. A constituição jos assegura que: "Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados." O trabalho excelente de todos esses profissionais a toda essa quantidade de pessoas da região não pode ser abortado de maneira tão brutal pois os usuários desse serviço são pessoas que necessitam de acompanhamentos desde tratamento para asma, hipertensão, bronquite, epilepsia, acompanhamento de crianças menores de 5 anos, grupos de tabagismo, grupos de adolescentes, acompanhamento de gestantes durante toda gravidez, auxílio à pacientes oncológicos, entre outros serviços de extrema importância para as famílias. Reduzir profissionais dessa unidade é negligenciar com 40 mil moradores que pagam impostos em dia, é deixar a população a própria sorte e não prestar a assistência prevista em lei.