REPÚDIO AO PAD EM DESFAVOR DA PROFESSORA JACKELLINE
Para: Docentes e Discentes - Faceli
MANIFESTAÇÃO DE REPÚDIO
CONTRA O PAD EM DESFAVOR DA PROFESSORA
JACKELLINE FRAGA PESSANHA
Diante da informação, verídica, de que ocorreu a abertura de um Processo Administrativo em desfavor da Professora da Instituição Faceli, Jackelline Fraga Pessanha, os alunos listados ao final deste material decidiram se manifestar.
Acreditamos que, julgar um profissional, somando à sua opinião, uma generalidade de pessoas indeterminadas, seria, no mínimo, INJUSTO.
Em defesa da professora Jackelline, descreveremos, conforme o documento de solicitação de abertura de PAD, os pontos criticados em relação a mesma.
1. DA POSTURA DA DOCENTE EM SALA DE AULA
1.1. Assuntos pessoais em sala de aula
De fato, a professora sempre traz ao conhecimento de seus alunos, experiências sobre sua vida pessoal, principalmente ligados à sua família, que na maioria das vezes vem em forma de exemplo da matéria lecionada, tanto que ela mesma costuma dizer “Tudo acontece comigo!”.
O que nos é estranho, é que, a maioria dos docentes, não só da Faceli, mas também, de outras instituições de ensino, relatam sobre sua vida pessoal com os discentes, e isso nunca foi motivo de PAD contra eles.
Fica ainda mais patético quando essa crítica é direcionada a alguém como a professora Jackelline, se levarmos em conta o comprometimento que a mesma tem com sua profissão e seus alunos.
Jackelline é exemplo de responsabilidade e organização com as atividades e cronogramas de cada turma. É exemplo de aproveitamento de tempo/aula, pois há quem não fale tanto da vida pessoal, mas desperdiça tempo por falta de organização e comprometimento com o plano de ensino. A professora também é exemplo de docente que faz o possível para extrair o melhor de cada um de seus alunos, pois sabe que da porta para fora da Instituição, ninguém passará a mão na cabeça de alunos que não se esforçaram o suficiente para aproveitar o excelente curso oferecido pela nossa Faceli.
Superada a crítica de “assuntos pessoais em sala de aula”, que obviamente, NÃO atrapalham, se quer diminuem a excelente qualidade de aula da mencionada professora, seguimos.
1.2. Comportamento opressor
Não sei se deveríamos pedir desculpas por isso, mas achamos graça desse tópico. Mais uma vez uma conduta que tantos outros professores têm, e agora falando em relação aos professores da própria Faceli, e nunca houveram manifestações dessa proporção.
A professora Jackelline, tem sim um critério rigoroso de avaliação que, ao nosso ver, só tende a nos AJUDAR para provações futuras. Suas provas e trabalhos são completamente coerentes com matéria dada em sala de aula. Ela sempre lembra a turma, sua forma de avaliação (o que aceita e não aceita nas provas). Portanto, o aluno tem perfeita capacidade de se preparar para a prova.
Importante salientar que, cada professor tem seu método de ensino e avaliação e, se todos estiverem de acordo com o regulamento, não há como dizer que um é certo e o outro errado.
Também foi dito sobre sua mudança de humor quando questionada sobre a matéria, ou questões de provas. A professora sempre sanou todas as dúvidas, inclusive pergunta, ao final da explicação, com bastante ênfase “ENTENDERAM?”, até que toda a sala responda para não restar dúvida quanto a matéria.
Aproveitamos para deixar uma reflexão: Sim, sala de aula é lugar de tirar dúvida. Mas que tipo de dúvida? A dúvida é realmente pertinente ao assunto que está sendo abordado? A dúvida, talvez, já não foi respondida num momento de distração do aluno? Nem todas as dúvidas merecem atenção ao ponto de parar a aula e perder tempo. E, infelizmente, esse tipo de dúvida é muito frequente.
Entendemos, então, que “opressão” não deveria nem ter sido mencionado. A professora Jackelline tem critérios rigorosos para sua avaliação ao passo que oferece todo suporte para que os alunos tenham sucesso, o que diga-se de passagem, é um privilégios para os alunos da Instituição.
2. CORREÇÃO DE PROVAS
Sempre que questionada sobre a correção das provas a professora se disponibilizava AO FINAL de sua aula, ou seja, fora do seu horário de serviço, para atender os alunos que quisessem reclamar sua correção. É indiscutível a disponibilidade de Jackelline.
Sempre faz a correção das provas juntamente com toda a turma e a justifica, dando sentido à nota atribuída, e quando estava equivocada, dava razão ao aluno e corrigia sua falha.
3. MÉTODO DE AVALIAÇÃO
Nunca pensamos que seria questionado o método de avaliação da professor Jackelline. Sua avaliação é coerente, e, de novo, demonstra o quanto procura extrair o melhor de seus alunos.
O que nos parece é que, o aluno espera que a professora facilite a forma de ganhar NOTA e não a forma de APRENDER. Triste ver que, um problema pessoal, está trazendo a público uma narrativa que não condiz com a realidade, ou pelo menos, não condiz com a realidade de tantos, como supõe o documento de solicitação de abertura de PAD.
Acho que nem é necessário que abordemos a crítica quando ao ponto EXTRA, ou seja, algo que a professora escolheu oferecer aos alunos e ninguém era obrigado a fazer.
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Por fim, deixamos escrita nossa manifestação de repúdio a esse PAD. É entristecedor presenciar esse tipo de situação, onde o profissionalismo e a competência de uma professora são questionados com base em “argumentos” totalmente parciais e que, por vezes, não refletem a realidade. Além disso, como mencionado em tópico anterior, Jackelline não é a única profissional da instituição a trazer exemplos com situações que ocorrem em seu cotidiano, e a ter critérios rigorosos de avaliação e correção. Essa situação nos faz questionar o porquê desse PAD ter sido oferecido justamente à ela, uma mulher.
Ao nosso ver, parece que estamos diante de uma atitude machista, onde são questionadas as atitudes de uma mulher que está simplesmente realizando o seu trabalho, e de uma forma excelente, por sinal, e usando disso, como justificativa para a busca por “justiça”. Será que isso teria acontecido se fosse com um professor? O que não falta é enquadramento nas críticas citadas, por parte de outros docentes.
Aproveitamos para oferecer nosso apoio e solidariedade à querida professora Jackelline, que não merecia passar por esse constrangimento diante do exemplo de profissional e MULHER que é.