Não a Plásticos nos oceanos
Para: A todos que se preocupam com a biodiversidade e a continuidade da vida nos mares, e na terra.
A única forma eficaz de diminuir a quantidade de lixos plásticos no mar e dejetos que matam peixes, e toda a vida marinha na terra é dizer não a fabricação de dejetos descartáveis.
Grandes vilões são na sua grande maioria os copo plásticos, garrafas pet e sacolas plásticas, conforme relatório da ONU publicado em 2009, no dia 08 de junho para marcar o Dia Mundial dos Oceanos. Consumir uma quantidade menor de lixo plástico é uma atitude que afeta minimamente a nossa vida diária, se cada cidadão ter o planejamento e adotar como hábito de carregar a sua sacola reutilizável.
A tríade mencionada acima foi assim escolhida por serem os grandes responsáveis pelo enorme impacto e pelo volume de lixo que acaba afetando a vida marinha ao atingir os mares e oceanos, e o volume de tais materiais demoram em média 400 anos para se decomporem e enquanto isso acabam ficando na natureza, poluindo nosso Planeta e quizá futuramente prejudicando a possibilidade de vida no Planeta Vivo- Terra.
Sabido que hoje existe hoje uma ilha de lixo no Oceano Pacífico com área de aproximadamente 1,6 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente a 3X o território do Estado de Minas Gerais que acumula 79mil toneladas de lixo entre a Costa da Califórnia e o Havaí. Os materiais descartados em rios e mares são levados pelas correntes marítimas e ingeridos pelos animais.
O objetivo desta petição publica é conscientizar a população nas informações, e ainda e ainda realizar- agir, no sentido de minimizar problemas com responsabilidade, e tomar uma posição! Pleito de forma independente que objetiva a arrecadação de maior numero de assinaturas possíveis e ainda que a presente postura seja abraçada como vontade da maioria popular mundial por todos os cidadãos conscientes e órgãos protetores do meio ambiente, como o GREENPEACE. Assim como os demais órgãos atuantes no ativismo que trabalham no sentido de denunciar ameaças ao meio ambiente e pressionar empresas e governos a adotarem soluções que são essenciais para um futuro mais verde e pacífico.