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Retomada das aulas dos Cursos Livres (Idiomas e Profissionalizantes)

Para: Governadores e Prefeitos de Todos os Estados Brasileiros

Olá Aluno ou Responsável! Em decorrência da pandemia do COVID-19, tivemos que paralisar nossas aulas presenciais. Entendemos e concordamos com a iniciativa, afinal a VIDA sempre será prioridade.

No entanto, corridos dois meses desde a suspensão de nossas atividades, já conseguimos compreender o problema e criar soluções que permitem tanto retomar nossas aulas, como o fazer de forma segura para a saúde de alunos e colaboradores.

A retomada se torna urgente dado o tamanho deste setor em nossa economia, pois preservará milhares de empregos, além disso, muitos cursos livres profissionalizantes tem como objetivo capacitar e permitir que seus alunos passem a ter uma renda e ofício rapidamente.

Normalmente, tais cursos se iniciam com aulas “faça e lucre”, que permitem que o desempregado encontre esperança para conquistar sua renda de forma digna e imediata, sem depender de emprego quando este encontra-se cada vez mais escasso.

Neste momento de crescimento do desemprego, caso aptos a retornarmos às atividades, capacitaríamos nossos alunos a como superar as dificuldades financeiras. Ensinaríamos as turmas de confeitaria, por exemplo, a fazer e vender (com segurança) ovos de páscoa, e alunos de Manutenção de Ar Condicionado a como higienizar filtros de ar para reduzir a propagação do vírus em residências e empresas em funcionamento, auferindo lucro por isso.

Logo, retornar às atividades significa dar um amparo e direcionamento para os mais impactados e vulneráveis nesta crise, é prestar uma assistência social.

O ensino livre é diferente do ensino regular no aspecto legal, econômico, social e sanitário, portanto, merece ser tratado em respeito a esta especificidade.

PEÇO SEU APOIO ASSINANDO ESTA PETIÇÃO PARA BENEFICIAR MILHÕES DE BRASILEIROS E A ECONOMIA DE SEU PAÍS, O QUE SE REFLITIRÁ EM VOCÊ TAMBÉM.

E para você que está preocupado com o impacto que isso pode causar no controle epidemiológico da doença, o convidamos a continuar a leitura, pois abaixo apresentamos as razões pelas quais nosso segmento é capaz de retomar suas atividades em segurança, nós também priorizamos a saúde!




1°- O ensino livre não gera aglomerações por sua natureza de aulas práticas, afinal, didaticamente já não se pode ter mais de 10, 12 alunos por sala, sob o risco do professor não conseguir acompanhar, por exemplo, a prática de corte e costura, e avaliar a coordenação motora do aluno para posterior correção.

2° - Nossas aulas, em sua maioria, acontecem apenas uma vez na semana, logo, a frequência dos alunos em nosso espaço é de 1/5 do que ocorre no ensino regular, além disso, é distribuída em dias e turnos distintos, ao contrário de instituições regulares que concentram 100% dos alunos em todos os dias da semana e nos mesmos horários.

Ou seja, uma escola livre com 200 alunos recebe em média apenas 40 alunos por dia, 14 alunos por turno, mas uma regular nas mesmas condições teria os 200 alunos por dia, e em todos os dias da semana, o que representa uma aglomeração. Não temos a aglomeração de outros segmentos!

Além disso, por não sermos regulamentados pelo MEC, temos mais liberdade para fazer adaptações nos quadros de horários para que as aulas comecem em horários diferentes, logo se já não há aglomerações nas salas, também não haverá nos corredores!

3° - Não temos intervalo ou recreio! Como nossas aulas duram poucas horas e não um turno inteiro, nosso aluno entra na escola diretamente para sala e sai da sala diretamente para sua residência ou trabalho. Nossas escolas não possuem pátios por conta disso, logo, ainda que quiséssemos, não possuímos locais que propiciem aglomerações.

Além destas características naturais do nosso segmento, nós nos comprometemos a seguir o protocolo de retomada a seguir:

1. Disponibilizar curso on-line, gratuito, para alunos e colaboradores aprenderem como retomar as aulas com segurança.
2. Disponibilizar máscaras, com as exigências das autoridades locais, gratuitamente para alunos e professores.
3. Higienizar mãos e sapatos de todos que adentrarem em nossas escolas.
4. Espalhar avisos sanitários em diversos ambientes das nossas instituições, com dicas de prevenção.
5. Manter a circulação natural de ar com janelas abertas.
6. Disponibilizar álcool em gel em diversos ambientes das escolas.
7. Garantir o distanciamento mínimo de 1,5 m por aluno em sala de aula, dividindo a turma em duas, caso preciso se torne.
8. Disponibilização de luvas, máscaras e álcool 70% para todos os funcionários da empresa;
9. Tapete umedecido com desinfetante e água sanitária nas entradas do estabelecimento;
10. Redução de carga horária presencial de equipe – parcial;
11. Limpeza constante dos espaços em comum;
12. Álcool 70% disponível nos espaços de atendimento;
13. Possíveis colaboradores do grupo de risco permanecerão em home office.
14. Alunos que se enquadram no grupo de risco deverão evitar as aulas presenciais, focando nas aulas on-line.

Com as medidas acima, aliado as peculiaridades de nosso setor, podemos assegurar a segurança de alunos e professores. E por conta do exposto acima, não podemos ser tratados como uma escola que possui aglomerações, crianças e dezenas de alunos por sala.

Fragilidade Econômica de empresas de Ensino Livre x Ensino Regular:

É vital evidenciar que diante da suspensão das atividades, uma empresa de ensino livre, por ofertar majoritariamente cursos de curta duração, é muito mais vulnerável a evasão em massa de alunos que as instituições de ensino regulares, que possuem ementa curricular de longo prazo.

É fácil compreender a diferença na evasão em instituições de ensino formal (até o nível médio) para o ensino livre. Um dos fatores principais é que os pais possuem obrigação legal de manter seus filhos estudando até que concluam o ensino médio, o que não ocorre em nosso setor.

Já ao nos compararmos com a graduação, cursos técnicos e tecnológicos, nos diferimos na questão da duração. Enquanto abrangemos mais os cursos curtos, as demais instituições possuem cursos de longo prazo, e esta é a principal razão para sermos tão impactados com a elevada evasão que estamos medindo, até porque, certamente, ninguém vai deixar de se tornar engenheiro ou médico por conta de 3 meses sem aula, pois se assim o fosse, estaria desperdiçando anos de estudo e investimentos.

No entanto, um aluno de ensino livre pode interromper, por exemplo, um curso de Alongamento de Cílios, de 02 meses de duração, sem a sensação de ter jogado muito dinheiro fora ou ter abandonado a carreira de sua vida, e sem a preocupação de ter que enfrentar um vestibular novamente.

Além disso, o ensino informal (livre) tem um menor poder de retenção de alunos em relação ao formal (regulamentados pelo MEC), uma vez que não são exigidos como requisitos em concursos públicos e em muitos processos seletivos privados.

Não obstante, as instituições de ensino livre são em maioria pequenas empresas, logo, com pouco capital de giro disponível (ao contrário de faculdades e grandes grupos de ensino). E por terem cursos rápidos, possuem menos recebíveis futuros (boletos), o que impede uma operação bancária com esse ativo em garantia.

Para piorar o cenário econômico, muitas de nossas instituições livres focam na classe de baixa renda, pois alunos das classes A e B optam pelo ensino tradicional (como a graduação).

Logo, os valores cobrados por nossas empresas são acessíveis e com pouca margem de lucro, o que não permite criar um caixa grande o suficiente para resistir por um fechamento extenso e inesperado, além da provável recessão pós-isolamento.

Portanto, somando-se a alta evasão que assola o nosso setor, com nossa baixa rentabilidade e insuficiente capital de giro, característico de pequenas empresas, as instituições de cursos livres estão extremamente e muito mais expostas a "falência" com a suspensão de aulas prolongadas que as instituições de ensino regulares, logo, devem ser tratadas de forma diferente como a isonomia preconiza.

Não observar estas diferenças significa CONDENAR TODO UM SETOR, desamparando alunos de suas aulas e da renda imediata que estas possibilitam; colaboradores e suas famílias de seus empregos e da renda familiar; enfraquecendo a economia com milhões de impostos não arrecadados, impactando a capacidade produtiva da nossa economia ao deixar de capacitar milhões de alunos para o mercado de trabalho.

Temos como objetivo levar esse abaixo-assinado até nossos Governadores e Prefeitos com objetivo de mostrarmos a importância que as escolas profissionalizantes e de idiomas possuem em cada município e nos estados e para que permitam, a depender da situação de cada região, que a retomada de nossas aulas aconteça juntamente com os primeiros segmentos permitidos, dada as questões apresentadas acima.

Para um possível retorno, precisamos de seu apoio. Iremos entregar as autoridades competentes um requerimento de volta as aulas, com um plano de contingenciamento completo para nossa e sua segurança. Caso queira contribuir com sua escola e cidade, favor clicar no botão assinar, assim você irá participar de nosso movimento e auxiliar que sua escola retome as atividades de forma responsável.




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