RENDA BÁSICA MUNICIPAL JÁ!
Para: Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto; Câmara Municipal de Ribeirão Preto; Ministério Público
Para sobreviver em meio à crise sanitária e colocar comida na mesa para a família, os ribeirão-pretanos mais carentes precisam de uma renda básica municipal emergencial já!
Ribeirão Preto tem o 21º maior Produto Interno Bruto (BIP) brasileiro. Essa riqueza toda é obtida com a intensa exploração do nosso povo trabalhador. Mas nossa gente não vê o retorno do seu trabalho investido nos serviços públicos. Nem mesmo na pandemia, a prefeitura adquiriu com recursos próprios cestas de alimentos para distribuir às famílias mais carentes. Desde sempre os prefeitos protegeram os grandes empresários. Agora, com Nogueira (PSDB), não é diferente.
Em face da pandemia, o prefeito oscila entre endurecer e flexibilizar o isolamento social – o que tem feito crescer o número de casos positivos de covid-19 (5.814 casos em 04.jul); de ocupação de leitos de UTI (92% de ocupação, mesmo com ampliação de leitos – 04.jul); e de mortes (182 obtidos até 04.jul), nos últimos dias algumas pessoas falecerem fora do ambiente hospitalar, isto é, provavelmente na própria residência - um absurdo!
PARA QUE O NOSSO POVO PARE DE MORRER, é necessário um bloqueio sanitário completo. Mas isso não basta. É preciso instituir uma renda básica municipal que garanta a subsistência das famílias carentes. É a melhor forma de retribuir os impostos pagos pelo povo pobre, justamente o mais taxado.
Mas o prefeito Nogueira não vai instituir a Renda Básica Municipal sem forte pressão popular. POR ISSO PEÇO O SEU APOIO PARA ESSA CAUSA. ASSINE O NOSSO ABAIXO-ASSINADO E PEÇA AOS SEUS AMIGOS E FAMILIARES PARA ASSINAREM TAMBÉM.
QUEREMOS UMA RENDA BÁSICA MUNICIPAL que complemente os R$ 600 do Auxílio Emergencial para um Salário Mínimo; que garanta um Salário Mínimo para as pessoas que não foram contempladas com o Auxílio Emergencial; que seja destinada também aos trabalhadores autônomos, ambulantes, camelôs, microempreendedores individuais (MEI), informais, priorizando o pagamento do benefício para famílias mais carentes e mulheres – ou seja, para todas as pessoas que tiveram sua subsistência prejudicada com a crise do novo coronavírus; uma renda básica que dure até o fim da pandemia e do estado de emergência.
MAURO INÁCIO