Contra a impressão em papel dos votos
Para: Senado Federal e Câmara dos Deputados
O sistema eleitoral eletrônico do Brasil foi um enorme avanço reconhecido em todo o planeta. Desde sua implantação permitiu uma velocidade invejável nas apurações e os resultados NUNCA foram questionados por nenhum partido político.
Por ironia do destino, o primeiro questionamento surge agora, partindo de um presidente que há muito tem sido eleito no sistema que diz, mas não apresenta de evidências, permitir fraudes. Ora, tratando-se de uma figura política que sempre de dedicou ou esteve envolvido em polêmicas, é possível imaginar que trata-se de mais um questionamento, sem fundamento, objetivando tumultuar um processo há muito tempo pacificado no país - ao custo desnecessário de R$ 2 Bilhões.
Os que conhecem o sistema, principalmente os que conheceram o processo de apuração de votos em papel, sabem que as máquinas de votação permitem muito mais segurança na lisura das eleições. Os que conhecem sabem que o sistema permite uma fiscalização adequada por partidos políticos e pela sociedade civil, sendo necessária a participação em conluio de dezenas de autoridades, fiscais de partidos e cidadãos voluntários nas eleições para que ocorra algum tipo de fraude.
É preciso também lembrar, que as urnas eletrônicas não têm nenhum tipo de ligação com redes ou com a internet, e que qualquer fraude que se pretenda realizar, necessitará do acesso físico a milhares das mais de 450.000 urnas ou seus cartuchos de alimentação de dados, em locais diferentes do território nacional, às vésperas das eleições.
O povo brasileiro não merece esse tipo de desconfiança maldosa que possa trazer mais intranquilidade a um processo seguro e que permite ser auditado antes, durante e depois dos votos serem consignados.