Não ao Passaporte Sanitário para Crianças e Adolescentes (COVID-19)
Para: Exmo Presidente a República, Exmo Governador do Rio Grande do Sul, Exmo Prefeito de Porto Alegre
Considerando que o assunto da vacinação contra Covid 19 em crianças e adolescentes é extremamente controverso, haja visto a falta de consenso entre as mais importantes autoridades mundiais em saúde, pois enquanto o FDA (Foods and Drugs Administration) e CDC (Center for Disease Control) nos Estados Unidos recomendam a vacinação em crianças maiores de 5 anos, a OMS (Organização Mundial da Saúde) e o Comitê Conjunto de Vacinação e Imunização do Reino Unido não recomendam.
Considerando que muitas pessoas provavelmente não sabem dessa divergência de opinião entre os especialistas, devido a uma quase criminalização ou perseguição a todo e qualquer questionamento quanto as vacinas, e motivam-se vacinar os filhos, por medo, apenas.
Considerando que as vacinas hoje disponíveis no mercado, estão ainda em fase experimental, uma vez que não foram definitivamente aprovadas pela ANVISA, e tampouco se conhece totalmente os eventuais efeitos colaterais consequentes, NÓS, PAIS, e com respaldo de um grande número de médicos e pesquisadores, não achamos seguro, no estado atual do conhecimento, IMPOR a vacinação em massa a crianças e adolescentes saudáveis, em função dos potenciais efeitos adversos graves e com parcos estudos científicos.
Considerando que o próprio fabricante de vacinas, as quais estariam destinadas a crianças e adolescentes, publicou em agosto desse ano um estudo mostrando que houve um aumento de mais de 3 vezes no risco de miocardite em adolescentes com a vacinação, a aplicação, em massa, entre crianças e adolescentes na faixa etária dos 5 aos 18 anos incompletos, poderia ocasionar um número de crianças adoecidas não desprezível, muito embora as complicações por vacina sejam raras.
Entendemos extremamente compreensível o argumento de que a vacinação contra a COVID-19 é importante na erradicação da doença, na medida em que diminui a circulação do vírus e com isso potencialmente diminui o risco de novas variantes, entretanto, em crianças e adolescentes a doença na sua forma grave é tão rara que não justificaria vacinação de toda essa população.
Nesse sentido, entendemos não seja seguro expor as crianças e adolescentes aos riscos da vacina, atualmente alertados e previsíveis pelos próprios fabricantes delas, se a doença para esta faixa etária (até 18 anos incompletos) representa um risco menor ainda!
Não vislumbramos, portanto, tamanha necessidade e urgência em expor crianças a uma vacina ainda em caráter experimental, enquanto os números das estatísticas são claros e resolutivos apontando que nesta faixa etária (5 a 18 anos incompletos) o risco de contágio é pequeno e o risco de gravidade da doença quando contraída é mínimo.
As escolas estão com atividades presenciais há quase 6 meses, com nenhum surto de covid-19 apresentado neste ambiente, ou seja, nenhuma disseminação em massa, o que por si só, também não justificaria a aplicação das vacinas para erradicar a doença ou simplesmente diminuir o contágio nessa faixa etária.
Nessa linha, portanto, e com a máxima de proteger as crianças e adolescentes, que ainda não tem esta capacidade e discernimento de saber o que é bom e saudável para si, ainda sob a responsabilidade de seus pais e tutores, entendemos que a vacinação nesta faixa etária não pode ser exigida, ou obrigada, e muito menos condicionada a apresentação do passaporte vacinal para atividades específicas, sem que antes estejam aprovadas definitivamente, e sejam incontestes ou unanimes os seus resultados benéficos e ausência de riscos graves para a saúde dos vacinados.
De outra banda, não podemos considerar os riscos da doença covid-19 em crianças e adolescentes da mesma forma que se apresentou em adultos e principalmente aqueles com comorbidades. O número de mortes e pacientes em estado grave em adultos foi considerável e no caso destes, a vacina veio para minimizar estes números e desacelerar a disseminação entre a população. Mas com relação as crianças, o assunto é bem diferente (não há risco considerável de gravidade, não há risco considerável de óbitos) e urge, portanto, que as autoridades tenham bom senso e responsabilidade em não exigir obrigatoriedade na vacinação, diante do seu caráter ainda experimental e de eventuais efeitos colaterais que têm surgido (doenças como miocardite), sem adentrarmos em questões ainda mais complexas como liberdades individuais e autonomia.
SÓ O TEMPO NOS MOSTRARÁ O RISCO E AS CONSEQUÊNCIAS DRÁSTICAS QUE NOSSAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES ESTARÃO SUBMETIDAS, CASO FOREM OBRIGADAS A INOCULAREM UMA VACINA EXPERIMENTAL. E É ISSO QUE NÃO QUEREMOS E NÃO VAMOS PERMITIR!!
Diante disto, e cientes do movimento que as farmacêuticas estão fazendo para aprovar a vacinação em crianças, a partir dos 5 anos de idade e diante da eventual possibilidade de se exigir o passaporte sanitário para o retorno das aulas em 2022, vimos exigir uma atenção maior das autoridades, no tocante as eventuais consequências graves que uma vacina experimental obrigatória poderá trazer as crianças e adolescentes, cujo o risco apresentado pelo covid-19 nesta faixa etária, é quase zero, PARA QUE NÃO SE IMPONHA A OBRIGATORIEDADE DA VACINA, OU O PASSAPORTE VACINAL PARA QUALQUER ATIVIDADES, PORQUE NÃO VAMOS PERMITIR QUE NOSSAS CRIANÇAS SUBMETAM-SE A TAMANHO RISCO!! NOSSO DEVER É SEMPRE PROTEGÊ-LAS E GARANTIR UM DESENVOLVIMENTO SAUDÁVEL!
Portanto, não verificamos, nesta faixa etária, um “custo benefício” da vacina, na medida que em toda a pandemia, os números de infectados e complicações foram muito baixos, sendo quase imperceptíveis diante da grandeza que esta pandemia tomou. Mas em contra partida, os eventuais riscos de doenças adquiridas ou consequentes da inoculação da vacina são muito maiores e consideráveis.
POR ESTAS RAZÕES, NÃO À VACINAÇAO OBRIGATÓRIA E EXIGÊNCIA DO PASSAPORTE VACINAL EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES!