Implementação de um transporte público de massa em substituição do BRT Transoeste no RJ
Para: Governos Municipal e Estadual
O Centro de Estudos Pesquisas e Ações de Guaratiba, CEPAG, e os
moradores da Zona Oeste da Cidade do Rio de Janeiro organizam em conjunto um
abaixo-assinado direcionado aos governos estadual e municipal.
Tem por objetivo solicitar melhorias no transporte público devido a
falta de soluções e alternativas ao uso do transporte público, BRT transoeste,
como principal modal de Bangu, Campo Grande, Santa Cruz e Guaratiba para a
Barra da Tijuca.
A população convive com o estresse no trânsito, veículos sucateados,
falta de conforto, insegurança e
superlotação, hoje o BRT transoeste transporta mais 340 mil passageiros por
dia. Os atrasos para chegar ao trabalho viraram rotina, pessoas desmaiam por
falta de ar condicionado. Com coletivos sucateados e um modal subdimensionado,
o problema esbarra na precariedade do transporte público. Atraso e superlotação
fazem como que muita gente dê preferência aos carros próprios para poderem
buscar o lazer e ao trabalho, em vez de recorrer ao transporte público,
afetando também o meio ambiente e a saúde diretamente.
Sendo, segundo a Constituição, o poder público quem tem a obrigação de
fornecer a essencialidade do transporte público.
E diante de soluções propostas que nunca se quer amenizaram o caos que a
população da Zona Oeste passa.
Solicitamos:
• Implementação de um
transporte público de massas entre a estação de trem de Santa Cruz e a estação
do metrô Jardim Oceânico na Barra da Tijuca (do tipo monotrilho com baixa
estrutura para que possa passar pelo Túnel da Grota Funda ou assemelhado).
Substituindo o atual corredor para o modal BRT.
E apresentamos, inicialmente, a
propostas do monotrilho por ser uma via simples e de possibilidade rebaixada,
de menor impacto visual, mais barato que metrô (na via da Transoeste não será
necessário desapropriações), utiliza peças pré-moldadas (agiliza a construção),
sem emissão de gases (sistema elétrico), sem ruídos (pelo uso de pneus), menor
custo de implantação em geral equivale a 30% dos valores necessários gastos
para a implantação do metrô.
• A eliminação de toda
sinalização e desvios (acessos e retornos) do tráfego sobre a via “expressa”.
Transformando-as em vias subterrâneas ou aéreas, para que de fato a via seja
expressa.