Vacinas para crianças de 06 meses a cinco anos contra COVID-19
Para: Camara dos Deputados / Congresso Nacional
Segundo amplamente noticiado pelos canais de comunicação ," a Covid-19 matou, por dia, duas crianças menores de cinco anos no Brasil, desde o início da pandemia. Ao todo, 1.439 crianças nessa faixa etária morreram em decorrência da doença nos dois primeiros anos da pandemia no país.
É o que mostra um levantamento feito pelo Observa Infância em parceria com a Fiocruz, com base em dados coletados no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde.Nesta semana, a farmacêutica Moderna solicitou à FDA, agência regulatória dos Estados Unidos, o aval para aplicação da versão pediátrica de sua vacina contra a Covid-19 para bebês a partir de 6 meses de idade no país. A Pfizer também já deu início ao envio de dados para o órgão em fevereiro, mas espera informações sobre a eficácia de uma terceira dose nesse público. No mundo, ao menos oito países já imunizam crianças com menos de 5 anos, utilizando as vacinas Soberana 02, o imunizante do laboratório Sinopharm e a CoronaVac – que no Brasil tem o pedido para aplicação em crianças a partir de 3 anos sob análise da Anvisa.Especialistas ouvidos pelo GLOBO explicam que a autorização para o imunizante produzido pelo Instituto Butantan é a única perspectiva a curto prazo de ampliação da faixa etária na campanha de vacinação contra a Covid-19 no país. As vacinas para os menores que essa idade não devem chegar aos braços dos brasileiros antes do fim do ano, uma vez que o imunizante da Pfizer para esse público, até mesmo nos Estados Unidos, deve demorar ao menos dois meses para receber um aval."
Fontes : Tânia Rêgo/Agência Brasil https://saude.ig.com.br/2022-04-30/covid-menores-de-5-anos-vacinados-criancas.html ;https://cbn.globoradio.globo.com/media/audio/379672/tem-muita-crianca-sofrendo-e-tendo-danos-em-funcao.htm. Sendo assim, as autoridades que possuem os meios de viabilizar a aprovação dessas vacinas para esse público poderiam se mobilizar nesse movimento e o público em geral também tem esse poder e o dever de promover a aprovação desses imunizantes uma vez que se mostram seguros e eficazes na contenção da disseminação e prevenção de internações e morte em decorrência da COVID-19.