Quebrar paradigmas em primeiros socorros nas organizações perante os trabalhadores
Para: SINTESP
Durante longo tempo vemos o ensinamento de primeiros socorros sendo padrão universal para toda e qualquer realidade imposta por profissionais, de forma corporativista, que não correspondem com a realidade existente nas organizações, cujos riscos são diferenciados, conhecidos e passíveis de uma atenção imediata pelos trabalhadores envolvidos nesta produção com êxito de sucesso, reduzindo sequelas e até mortes por serem e estarem proativos, sem a dependência de auxílio externo. Trabalhadores das organizações devem ter treinamentos teóricos e práticos em primeiros socorros correspondentes do a realidade de seu segmento, com estrutura formada para ação imediata, baseada no conhecimento prévio de Urgência diferenciada para Emergência, identificação prévia do local de envio da vítima para atendimento médico em tempo hábil e necessário.
A sociedade está confundindo nas organizações:
1-Emergência com Urgência, dificultando ações proativas;
2-APH e SBV com atendimento de Primeiros Socorros para Leigos;
3-Por questões corporativista, estão sendo desestimuladas a ações de primeiros socorros pelos colegas trabalhadores, induzindo a dependência para SAMU e Corpo de Bombeiros, o que deveria ser estimulado pelos trabalhadores das empresas;
4-Todo e qualquer acidente de trabalho resulta em lesão em diversas dimensões, o que pode ser previsto nas medidas de prevenção e, quando falharem, atendimento imediato para controle da lesão sem agravamento;
5-Técnicos de segurança do trabalho, um dos cinco componentes da SST, presente nas organizações em maior tempo, pertencente a área de saúde por profissão, necessitando desta revisão em Primeiros Socorros, inclusive fazer que o "Ambulatório" seja denominado "Pronto Socorrismo", deixando de ser assistencial para ser prático com materiais relevantes a proposta: maca, cadeira de rodas, gazes, imobilizadores, veículo para remoção (não necessita ser ambulância "A", ...