Ascensão de segurança nas escolas de Gravataí
Para: Prefeitura de Gravataí e Secretaria Municipal de Educação (SMED)
Este manifesto tem como objetivo exigir medidas e prevenções para a melhoria da segurança nas escolas de Gravataí. Na última década houve 52 mortes devido a ataques armados no ambiente escolar, sendo 7 somente nesse ano.
Maria Fernanda Tourinho, professora da faculdade de medicina (USP) diz que: "as agressões estão, sim, associadas as relações de desequilíbrio de poder – seja por questões raciais, sociais ou de gênero." Outros fatores são: A falta da atenção psicológica, bullying, banalização, romantização da violência e influência de outros casos levam essas pessoas a realizarem massacres. Com isso causando pânico, insegurança e traumas, que irão prejudicar a vítima a longo prazo.
Carlos Zarattini, diz que um jovem estimulado por práticas racistas e fascistas, chegou ao ponto de realizar um massacre. Ele também diz que nós precisamos urgentemente retomar uma cultura de paz nas escolas brasileiras. Tanto o deputado como também Tabata Amaral, defendem o projeto de Lei 3383/21, que alega que todas as escolas deveriam ter acesso a atendimento psicossocial. Ela chegou a dizer: “a saúde mental é um dos fatores que explicam o aumento da violência”. Algumas medidas que deveriam ser tomadas como prevenção de situações como essa, são: atendimento psicológico e treinamento de emergência com os professores e alunos.
Gravataí providenciou guardas municipais e monitoramento por câmeras, mas só isso não evitará esse tipo de ataque, devido aos agressores buscarem reconhecimento e visualização na mídia. Vale ressaltar que os transtornos mentais e distúrbios psíquicos, fazem com que eles não se intimidem, e assim continuarão a planejar atentados. Portanto esse tipo de indivíduo de alguma maneira mostra indícios em seu comportamento antes de se manifestar, são eles: isolamento, exclusão pelos grupos sociais e interesse incomum por violência.
Maria Fernanda Generoso Abadi e Sofia Duarte Ferreira