Ataques violentos nas escolas de Gravataí RS
Para: Prefeitura de Gravataí e Secretaria da Educação
Vimos, por meio deste manifesto, informar sobre os recentes problemas de violência direcionados às escolas, causados por ex-alunos, alunos revoltados, sem acolhimento psicológico e que sofrem bullying. Houve um grande aumento nos números de casos de ataques às escolas, sendo o principal causador a mídia e as redes sociais, através de vídeos, notícias e outros meios de compartilhamento, que incentivam os revoltados, os quais sofrem cyberbullying psicológico e são acolhidos pelos grupos de incentivo à violência.
A Prefeitura de Gravataí resolveu optar pelo policiamento das escolas do município, mas em outros lugares isso não se mostrou um meio eficaz, como, por exemplo, os 5 mil policiais contratados para monitorar as escolas dos Estados Unidos, mesmo assim os ataques continuaram, sendo que, em 2023, já foram mais de 200 massacres nas escolas americanas.
Especialistas como Telma Vinha, doutora em educação e professora da Faculdade de Educação da Unicamp, apoiam o acolhimento psicológico e a não divulgação dos crimes, ao contrário da Prefeitura de Gravataí, que está policiando as escolas do município e usando detectores de metais para fiscalizar os alunos, uso de câmeras de segurança nas escolas e implementação de grades, não acolhendo os revoltados, os quais, ocasionalmente, entram em grupos de violência que apoiam suas ideias.
Portanto, é necessário haver uma reunião com os cidadãos e autoridades, como o prefeito Zaffalon e até mesmo diretores das escolas, para o acolhimento psicológico nas escolas, sem o compartilhamento de massacres, grupos, entre outros, a fim de não gerar um "gatilho" em quem já está pensando em fazer algo. Além disso, seria importante aumentar o número de coordenadores e psicólogos nas escolas.
Criadores: Caetano Oswald e Gustavo Mendes