Reforma Tributária sim, Aumento Tributário não!
Para: Exmo Sr. Presidente do Senado Federal Rodrigo Pacheco e demais membros do Senado Federal do Brasil.
A Associação Brasileira das Empresas ( Clínicas) de Odontologia - ABEO (@abeonacional), em nome dos seus associados e em favor dos mais de 340.000 brasileiros registrados pela profissão, se junta a todos os segmentos da sociedade representados pela CEBRASSE ( Central Brasileira do Setor de Serviços) e clama pelo impedimento de uma abusiva sobretaxação do segmento de serviços, que poderá inviabilizar a educação pelo ensino privado, a prestação de serviços particulares em saúde & bem estar, o acesso a serviços de apoio jurídico e a tantos mais fundamentais para a qualidade de vida e o desenvolvimento da sociedade brasileira.
Estudiosos do assunto estão deixando claro que o risco é iminente, na medida em que nenhuma providência seja tomada pelo legislativo do Brasil em favor do segmento de serviços - que responde por 75% do PIB do Brasil e gera 6 de cada 10 empregos no país.
Pesquisadores renomados estão mostrando que o custo tributário que incide sobre um tratamento odontológico hoje,antes da reforma que chegou ao apreço do Senado, chega ao máximo de 8,5% com base nos 3 tributos ( PIS, COFINS e ISS) que se somam ao Imposto de Renda que seguirá incidindo apesar da reforma. A estimativa é que a substituição dos três tributos pelo novo imposto único proposto (IVA) possa fazer crescer o custo da tributação sobre serviços em até 17,5% do que se paga hoje com os 3 tributos, perante o que se pagará com o estimado imposto único que pode chegar a até 30% de taxação segundo consideração a partir do texto sob vossa análise e de todo o parlamento que representam.
Olhar e beneficiar apenas a sanha arrecadatória do governo federal, dos estados e dos municípios, tirando da sociedade direitos, acesso e condições fundamentais a sua sobrevivência e custeio, poderá trazer ainda mais dificuldades a sociedade brasileira, constantemente prejudicada quando tributos e normativas são discutidas sem dar ouvidos e consideração as dores e a legitimidade da argumentação de setores importantes - como o que representamos e participamos - o que mais emprega e gera renda ao país. Pensem com mais carinho e consideração sobre o setor de serviços, pelo bem da saúde, da educação, dos empregos, do bem estar e da dignidade do povo brasileiro!