CARTA DOS PROFISSIONAIS DA ENFERMAGEM DO PA RODRIGO ARGOLO E DA UPA ITAPUA
Para: Gerência do Servico de Enfermagem da Urgência e Emergência da Secretária de Saúde do município de Salvador
Em virtude ao que foi anunciado em reunião com a Coordenação de Enfermagem, tendo com público-alvo Enfermeiro e Técnico de Enfermagem, realizada em 17 de agosto as 11h:00 e 14h:00 respectivamente, pertinente as mudanças que serão realizadas na escala da equipe de enfermagem a partir do mês de outubro, sendo posta de maneira impositiva, sem maior abertura ao diálogo ou esclarecimentos para facilitação do entendimento quanto motivador de tal mudança. O que trouxe as equipes sentimentos de desprestigio, desvalorização no que tange aos impactos na vida dos profissionais, tanto laboral, quanto psicológicos e emocionais. Visto que por muitos anos, Servidores com mais de 20 vinte anos, já estão na escala de dias fixos, com rotinas diárias pessoal e profissional organizadas, alinhados numa convivência harmoniosa, sem prejuízo a ambas as partes. Este modelo, adotado alargamento sempre funcionou, não havendo prejuízo na escala mensal com cumprimento da carga horaria estabelecida, bem na funcionalidade do serviço, e se ocorreram foram situações pontuais e restrita de rápida resolução. Pelo exposto e em busca de respostas técnicas se faz necessário compreender, como por quê somente na equipe de Enfermagem da assistência haverá mudanças? E nos outros setores de outras categorias profissionais não haverá, ainda sabendo que há profissionais da enfermagem nestes setores, o que claramente fere o princípio da isonomia da constituição Federal (art.39, parágrafo 1).
Por tratar-se de uma que equipe sempre dirimiu bem as situações adversas que surgiam na escala, diante do que nitidamente parece injusto e na busca de respostas e no intuito de reverter sentimento de insatisfação por falta de valorização e reconhecimento às entregas diárias dos profissionais, que não obtiveram justo motivo para essas alterações, segue este abaixo assinado para Não Alteração na formação da escala, e em virtude dos prejuízos que podem causar a escala imposta, tanto ao serviço, como aos profissionais. E em descompasso aos princípios da gestão municipal que preconiza o alinhamento das equipes através do diálogo com os servidores como consta na missão da SEMGE e da valorização do servidor. Queremos participar das discussões pertinentes a essas alterações para construirmos juntos e pontuarmos pontos favoráveis e desfavoráveis as partes envolvidas e as possíveis consequências diretamente ligadas a saúde física e mental do servidor.