Pelo direito de conviver com minha sobrinha
Para: Sociedade em geral, amigos e Poder Judiciário
Em 2022, realizei um dos maiores sonhos da minha vida quando minha sobrinha nasceu. Infelizmente, após ter participado ativamente da criação do meu único irmão por problemas de saúde por parte de minha mãe e conflitos entre nosso pai e a a família de nossa mãe e sempre ter dado o meu melhor, inclusive tendo mudado de cidade, por insistência deste irmão que dizia precisar de ajuda e na verdade, não era nada disso, eu fui agredida verbalmente, psicologicamente e tive ameaças de agressão física, até ser expulsa da casa dele por não assinar um documento falso, nosso relacionamento ficou estremecido. E assim, eu só pude conhecer minha sobrinha onze meses depois de seu nascimento. Depois disso, e estou em busca desta resposta, ele liberou as visitas, porém a mãe da criança, inexplicavelmente passou a não responder mensagem, não atender ligações, impossibilitando que eu possa ver e conviver com minha sobrinha que exatamente hoje completa um ano de idade. Gostaria do apoio de todos e reitero que após tentar ir à casa do meu irmão, para resolver as coisas conversando como adultos maduros, simplesmente fui enxotada da frente de sua residência. Eu só estou solicitando o direito de ver e conviver com minha sobrinha por algumas horas, duas vezes ao mês e acompanhada por uma Assistente Social para que nenhum fato possa ser inventado ou alguma calúnia criada a respeito das visitas e solicito um local neutro, pois foi muito difícil pra mim ser humilhantemente enxotada da residência dos pais de minha sobrinha sem nada ter feito tanto aos pais quanto à criança na única vez em que me permitiram vê-la em doze meses. E aqui fica uma pergunta: por que a família da mãe pode conviver com a criança e a tia paterna não? Eu só estou pedindo a correção desta injustiça.