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Pela Permanencia do Frei Antonio Rafael Magalhães da Cunha

Para: EXCELENTÍSSIMO SR. PRIOR SUPERIOR DA PROVÍNCIA DOS RELIGIOSOS AGOSTINIANOS NO BRASIL FREI MAURÍCIO JOSÉ MANOSSO ROCHA

NÓS, abaixo assinados e paroquianos da IGREJA SANTO ANTÔNIO da cidade de Campinas, SP (regida por Padres Agostinianos), vimos à presença de V. EXA para requerer a permanência regulamentar do Frei ANTÔNIO RAFAEL MAGALHÃES DA CUNHA em nosso meio comunitário; em razão dos relevantes motivos fáticos e canônicos a seguir expostos:

Nos causou perplexidade a repentina notícia de que o Frei Antônio Rafael está de saída de nossa paróquia antes mesmo de expirar o período regulamentar, costumeiramente, estabelecido pela Província Nacional dos Religiosos Agostinianos, sem que houvesse um motivo plausível e convincente para a sua abrupta transferência, “a não ser a lacônica informação de que o Capítulo dos Agostinianos assim o decidiu”. Não vemos em tal decisão administrativa o menor sentido lógico e prático quando um outro presbítero irá substituí-lo. Ou seja: tal ato administrativo constitui simplesmente uma troca de um sacerdote por outro, data venia.

A presença sacerdotal do Frei Antônio Rafael em nossa paróquia é de suma importância para a evangelização, o ardor catequético e o acompanhamento pastoral e espiritual de qualidade, nas diversas vertentes entre a maioria dos paroquianos.

Sua presença entre nós como vigário paroquial trouxe um dinamismo extraordinário em auxílio pastoral ao nosso pároco (Pe. Jesus Caballero), considerando que ambos possuem estilos diferentes, mas que somados trazem riqueza espiritual e mantém a unidade da Igreja. “Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”.

O Frei Antônio Rafael nos trouxe a real dimensão de ser cristãos católicos. Nos ensina diariamente que devemos amar incondicionalmente Jesus Cristo (que vem trazer vida, e vida em abundância...) e venerar com verdadeira devoção a dulcíssima Nossa Senhora: a grande Mãe de Deus! Lembrando-nos sempre que dos escombros do pecado, poderemos erguer uma nova Jerusalém: a cidadela do poder do amor.

Que “crime”, pois há nisso? Que prevaricação sacerdotal ele cometeu? Ou é crime defender com fervor os sagrados evangelhos e os dogmas da Igreja Católica Apostólica Romana?

Assim, pois, vemos com bêbada estranheza a sua súbita saída de nossa paróquia, quando tanto a dignifica e a enaltece para a honra e a glória de Deus.

Nós além de contristados estamos visivelmente indignados e inconformados com a decisão de sua transferência. Ele que contribuiu (e contribui ainda) sensivelmente: para o maior número de fiéis em nossa paróquia (durante as celebrações eucarísticas), principalmente após o sombrio período da pandemia, onde aconteceu um notório esvaziamento de fiéis participantes de nossa comunidade, inclusive com referência a algumas pastorais que ainda se mostram claudicantes, face a reconhecida diminuição de paroquianos a partir do evento pandemia (alguns morreram e outros se afastaram).

E agora que as coisas estão melhorando, gradativamente, voltando a comunidade a ganhar novos adeptos e ardor missionário, graças às vibrantes e eloquentes homílias do Frei Antônio Rafael que produzem profundas reflexões na alma dos paroquianos (sem prejuízo de suas outras habilidades pastorais), a sua iminente saída da paróquia (se a incômoda transferência de fato ocorrer na atual conjuntura) causará novo impacto negativo e perturbador desassossego na comunidade: podendo inclusive vir a perder os novos e distintos paroquianos que a muito custo conseguiu conquistar no decorrer do período pós pandêmico.

Nada contra o novo sacerdote substituto (que, aliás, nenhuma culpa tem e será civilizadamente acolhido), mas este até se adaptar e se entrosar na dinâmica da paróquia demandará ainda algum tempo (como sói acontecer), inegavelmente, em flagrante prejuízo da comunidade atual que se encontra ajustadíssima com o então vigário paroquial. Este, portanto, goza de simpatia e credibilidade a todos quanto o procuram.
Pessoas descontentes sempre as haverá, como os há em qualquer setor da sociedade civil ou religiosa. O contraponto faz parte integrante da vida humana; mas nem por isso se justifica penalizar a maioria em prol de uma minoria recalcitrante. Luz e sombra. E a Igreja também não está imune aos vieses ideológicos.

Em time que está ganhando não se mexe (inobstante talvez haja algum expediente secreto de uma minoria insatisfeita) já dizia o antigo e sábio ditado popular. A presença de Frei Antônio Rafael é salutar e extremamente necessária para a nossa querida paróquia. Ele é jovem, sério, estudioso e é visceralmente compenetrado com as coisas de Deus e com a sacralidade da Igreja. Ele segue a palavra de Deus e os ensinamentos dos Padres da Igreja, incondicionalmente. Ele é devotíssimo de Nossa Senhora, também.

Que mais se pode querer de um Padre?

Ademais, em sã consciência, o Frei Antônio Rafael não prevaricou (nem prevarica) em sua função ministerial, e tampouco cometeu algum delito contra as autoridades eclesiásticas ou contra qualquer um que seja.

Ele não merece, pois, tal transferência abrupta quando o seu tempo regulamentar ainda não se esgotou e é sabido que ele deseja também permanecer na paróquia, ainda por algum tempo. E é a comunidade que irá ganhar com sua presença abençoada.

Por outro lado, dolo é a vontade manifesta de induzir alguém a erro, a fim de persuadir a autoridade eclesiástica (na espécie vertente) a executar determinada ação (se for o caso).

Por derradeiro, o nosso pedido de reconsideração do ato discricionário de V. EXA (ao determinar a transferência do Frei Antônio Rafael fora do período legal) encontra amparo legal através do Código de Direito Canônico, nos cânones: 127 e seus parágrafos, 190, 204, 212 e seus parágrafos, 208-223, 381, 386, 387, 392, 519, 762-772, 773-780, 781 e demais disposições aplicáveis à espécie.

Face ao exposto, nós solicitamos a permanência do Frei Antônio Rafael junto à paróquia Santo Antônio de Campinas, revogando-se assim o ato administrativo que determinou a sua transferência fora do período legal, por ser medida da cristalina
JUSTIÇA!

Nestes termos, com cópias deste pedido encaminhadas ao Arcebispo da Arquidiocese de Campinas e bem assim ao Pároco da Igreja Santo Antônio,
  1. Actualização #1 Envio a Ordem de Santo Agostinho

    Criado em segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

    Queridos amigos e irmãos. Paz e bem. A lista com o abaixo-assinado será impressa amanhã e enviada a Ordem De Santo Agostinho em São Paulo na terça feira dia 19 de dezembro. O abaixo assinado continuará recebendo assinaturas até quando tivermos resposta ou resolução de nossa causa, a permanência ou não do nosso padre frei Antônio Rafael. Agradecemos por todas as pessoas que nos ajudaram com suas assinaturas, por doarem seu tempo em reunir mais assinantes, enfim por todos que se sensibilizaram com nosso paróquia e nosso padre Antônio Rafael.





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