Contra o fechamento da Escola Estadual Doutor Lucas Monteiro Machado. Bairro Pindorama – Belo Horizonte
Para: Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Secretária de Estado de Educação de Minas Gerais, Governo Estadual de Minas Gerais, Ministério da Educação.
Nós, da comunidade escolar Estadual Doutor Lucas Monteiro Machado, conforme abaixo assinado em anexo, viemos por meio deste fazer a solicitação de abertura de turmas de 1º ano de Ensino Médio Regular e de turmas de 1º ano de Ensino Médio Técnico em Tempo Integral dos cursos de Segurança do Trabalho e Logística, pois a escola é a única escola da região a oferecer os cursos técnicos para os bairros Pindorama, Glória, Novo Glória, Alípio de Melo, Califórnia, Dom Cabral, Coqueiros, São Salvador, Serrano, da Cidade de Belo Horizonte e Ressaca, Novo Progresso, Urca, Nacional, Jardim Laguna,
Morada Nova, Novo Boa Vista, Oitis da Regional Ressaca, do município de Contagem, que são bairros periféricos e encontram na educação pública de qualidade a oportunidade de cumprir seus Projetos de Vida, conforme a Base Nacional Curricular Comum.
Este pedido está respaldado na Lei 24.482 de 04 de outubro de 2023 que refere a abertura de turmas de Ensino Médio Regular em Escolas de Tempo Integral. Este pedido encontra-se subsidiado no fato de que a Escola Estadual Guimarães Rosa encontra-se com excesso de alunos, enquanto a Escola Estadual Doutor Lucas Monteiro Machado possui capacidade de absorção deste quantitativo de alunos, uma vez que possui estrutura física e corpo efetivo de funcionários para isso:
Professor da Educação Básica, Especialista da Educação Básica e Assistente Técnico de Educação.
O corpo docente efetivo da escola está preocupado com falta de transparência da Secretária de Educação em relação a situação da escola, uma vez que a escola recebeu uma visita técnica da SEE e até a escritura deste documento não houve qualquer retorno do setor de patrimônio em relação ao prédio, o que causa preocupação, pois isso gera medo e insegurança na equipe em relação ao futuro como a falta de carga horária.