Praça em Pé – Pela preservação e reconhecimento da praça da Rua Sírius com a Rua Andrômeda/Zona Leste de São Paulo
Para: Cidadãos; Exmo. Sr. Prefeito de São Paulo; Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente; [email protected]; [email protected]; Guarda Civil Metropolitana; [email protected]; Secretaria Executiva de Mudanças Climáticas; Secretaria Municipal de Justiça; Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento; Ministério Público do Estado de São Paulo; Assembleia Legislativa do Estado de S. Paulo; Exmo. Sr. Governador de São Paulo; Câmara dos Deputados; Polícia Ambiental Estadual; Exmo. Sr. Presidente da República; Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima;
Nós, sociedade civil, há mais de 20 anos reivindicamos que a Prefeitura de São Paulo e a Subprefeitura de São Mateus reconheçam a praça localizada na zona leste de São Paulo, endereço: Avenida Andrômeda, 32, Cidade Satélite Santa Barbara, CEP: 08330-410 com a Rua Sirius, 600, CEP: 08330-380 como espaço público e de uso comum. O local apresenta características de área verde, com cerca de 20 árvores grandes em bom estado, além da presença de diversas espécies de pássaros e outros animais.
Existe histórico reconhecimento do local como praça pública publicado no Diário Oficial de 2000 pelo então prefeito Celso Pitta (DOE -26 de Julho 2000 com sua readequação de conservação no DOE- 07 de Maio 2011 SP, 56 (84)-75), assim como registros de zeladoria da Prefeitura por meio de poda de árvores e manutenção do espaço. Mas, também há uma disputa pela compra de lotes da praça por terceiros. E para nossa indignação, desde o começo de novembro de 2024, tivemos notícia de que a praça FOI VENDIDA. Nos depararmos com pessoas retirando terra do entorno da praça, cortando árvores, quebrando e retirando os bancos de concreto que estavam nas calçadas, bloqueando a passagem da escada e iniciando um muro para bloquear o local. Tudo isso, sem qualquer sinalização, inclusive, deixando o local inseguro para toda a comunidade. Com tudo isso, a população reivindica que o Poder Público paralise o andamento da destruição da praça, reconheça o espaço tal como é: uma praça pública. Além disso, execute os procedimentos legais para a preservação do bem comum e de interesse público da população.