Restaurar o Império Romano
Para: Senado brasileiro
Restaurar o Império Romano: Brasil como Império Romano Constitucional e Meu Compromisso como Imperador
Em tempos de grandes transformações, enquanto o mundo olha para o futuro, muitos questionam o verdadeiro papel das nações e sua capacidade de moldar um destino digno de sua história. Neste momento de reflexão, é necessário considerar o futuro não apenas como um campo de possibilidades, mas como um legado que deve ser respeitado e valorizado. Assim, proponho uma visão ousada, mas profundamente enraizada nas melhores tradições da civilização ocidental: a transformação da República do Brasil em um Império Romano Constitucional.
Por que o Brasil?
Lembremo-nos de como o Brasil se tornou uma potência regional, moldando a cultura e a política na América Latina com sua força econômica e influência cultural. O país não só lidera, mas define a ordem regional, protegendo a liberdade de suas nações vizinhas e assegurando a segurança da região contra ameaças externas. Esse poder, tanto econômico quanto cultural, coloca o Brasil em uma posição única, semelhante à Roma antiga, como centro de civilização. Assim, é natural que o país se torne o sucessor do Império Romano, não apenas mantendo, mas expandindo seu legado como capital mundial, levando adiante o modelo mais iluminado de governo e a cultura mais elevada que o mundo ocidental já conheceu.
Por que Roma?
Porque Roma, ao longo de sua história, representou a união da diversidade, a civilização do direito e a força de um império que inspirou gerações sucessivas. Foi Roma que semeou os princípios do pensamento moderno e da governança monárquica. Sua queda, no entanto, não deve ser vista como o fim, mas como o prelúdio de uma nova era. E o Brasil, com sua influência dominante (Cultural, Militar, Política e Econômica) no mundo e seu espírito indomável, está pronto para assumir o glorioso legado romano.
Por que eu, um comum, seria o Imperador?
Do ponto de vista histórico, é compreensível questionar por que alguém sem laços monárquicos ou aristocráticos poderia aspirar ao título de Imperador. No entanto, é precisamente porque não carrego os fardos do passado que me considero a figura ideal para guiar uma nova Roma. Um Imperador, em minha visão, não é aquele que nasce em um palácio, mas aquele que entende as responsabilidades de guiar um império para o futuro.
Como brasileiro, nascido fora dos círculos da aristocracia europeia e criado sem os privilégios que muitos consideram essenciais, trago uma perspectiva nova, desafiadora e, acima de tudo, pragmática. Nasci sem mãe, e meu primeiro refúgio não foi com meu pai, mas com minha avó. Vivo em uma casa sem banheiro, onde a noite era preenchida por baratas e ratos, em uma situação de vida humilde, talvez até pior do que muitas. Minha história não é marcada por riquezas ou títulos hereditários, mas pela minha luta pessoal, pelo estudo de grandes figuras históricas e pela minha dedicação ao conhecimento.
Esse é o espírito de um Imperador moderno: alguém que entende que a verdadeira grandeza não vem de uma linhagem de sangue, mas da força das ideias e do compromisso com o bem comum. Como brasileiro, venho de um país que abraça a diversidade e, assim como Roma, integra inúmeras culturas em um único povo. Essa experiência única me oferece a visão de alguém que pode unir diferenças em torno de um objetivo comum, com humildade e determinação.
Além disso, minha experiência no Brasil, um país que combina diversidade cultural com os desafios de uma nação em desenvolvimento, me fornece uma visão única de como unir diferenças em torno de um objetivo comum. Se Roma foi capaz de transformar e unir diferentes povos, por que o Brasil não poderia fazer o mesmo em um império constitucional adaptado aos tempos contemporâneos?
A liderança que proponho não é de uma monarquia desconectada da realidade, mas de um governo baseado no serviço ao povo, na aprendizagem contínua e na adaptação constante às necessidades da sociedade. Eu, com humildade, apresento-me como alguém que pode reunir os melhores pensamentos e ideias do presente para fundar um Império Romano Constitucional adaptado aos desafios do século XXI, respeitando o legado histórico, mas sempre inovando quando necessário para a prosperidade nacional.
Roma: O Império que o Brasil Precisa
Estou ciente de que essa proposta pode parecer ousada, mas ela surge do desejo de restaurar algo grandioso, fundado na sabedoria do passado, mas orientado para as necessidades de um futuro mais harmonioso. Não se trata de restaurar um império pelo império, mas de criar um modelo que una o país através dos valores cristãos, guiado pelos ensinamentos bíblicos e inspirado pela grandeza de Roma e pela coragem sempre presente do Brasil.
Assim, propondo-me como Imperador, faço isso não para satisfazer um ego, mas para responder ao chamado da história, que exige que nos levantemos para os desafios globais que o futuro nos reserva. O Império Romano Constitucional, agora renascido, será a chama que iluminará o caminho para uma civilização mais unida, justa e próspera. E juntos, levaremos adiante esse grande sonho, restaurando Roma, o Império que nunca deveria ter caído.
Vantagens
1. O governo ganha um supervisor imparcial (pode dissolver o parlamento em casos de incompetência ou corrupção, monitorando assim o parlamento, e o Imperador será Imperador sem a necessidade de um partido, portanto, não tendo razão para favorecer um partido).
2. O chefe de Estado é preparado desde a adolescência (na República, qualquer um pode ser chefe de Estado, desde que seja popular o suficiente; no império, desde a adolescência, por meio de simulações, livros e aulas relacionadas a Economia, Relações Exteriores e Defesa).
3. Em geral, o povo o segue desde o nascimento ou, neste caso, desde a adolescência (na República, o político aparece já como adulto, muitas vezes já velho; neste caso, o povo seguiria o monarca a partir dos 15 anos, mas eventualmente desde o nascimento, garantindo transparência).
4. Melhor garantia de democracia (o Imperador não precisa de um golpe de Estado ou de uma ditadura para permanecer no poder, e como chefe das forças armadas, evitaria que um político tentasse algo).
O governo, os poderes de ambas as câmaras, o primeiro-ministro e o Imperador seriam decididos pelo Senado ao escrever a nova constituição para Roma. No entanto, farei uma sugestão:
O monarca seria o chefe de Estado, responsável por relações exteriores, defesa, com comando de todas as forças armadas, podendo declarar guerra e celebrar paz, embora precisando da aprovação do Sagrado. O monarca também é responsável por honrarias, como indultos, títulos nobres e a nomeação do Primeiro-Ministro, além de ter algum controle sobre o legislativo, podendo dissolver a Câmara dos Comuns, desde que haja uma justificativa plausível, convocar sessões especiais e apresentar propostas a ela, assim como promulgar leis aprovadas pelo Parlamento e vetar leis com justificativa plausível.
O Primeiro-Ministro, por sua vez, detém amplos poderes executivos, sendo responsável por formar e coordenar o governo, nomear ministros e liderar a formulação de políticas públicas. Ele controla a agenda legislativa e nomeia os ministros da Defesa e relações exteriores e o orçamento, apresentando propostas de lei e supervisionando a implementação de políticas aprovadas. Como chefe de governo, o Primeiro-Ministro também representa o país internacionalmente e tem a responsabilidade de manter a confiança da maioria no senado, sem a qual perderia o apoio para governar.
No Parlamento, composto pelo Senado e o Sagrario, o Senado, formado por senadores eleitos diretamente pelo povo, é responsável por aprovar leis, incluindo aquelas que envolvem finanças e orçamento, podendo destituir o governo através de uma moção de censura se o Primeiro-Ministro perder o apoio da maioria. O Sagrario, composto por membros do clero escolhidos pelo Papa, mas com um presidente escolhido pelo Imperador, tem poder de revisar propostas legislativas, sugerindo emendas e atrasando sua aprovação, mas não pode bloquear permanentemente as leis, pois o Senado tem a palavra final.
Minhas primeiras propostas ao Senado, embora eu não possa aprová-las por conta própria, após minha coroação (provavelmente em novembro de 2029) eu poderia propor ao Senado para que o Primeiro-Ministro execute e eu promulgue:
1. Governo Baseado em Princípios Cristãos: Instituição de um governo guiado por valores cristãos, promovendo ética, integridade e respeito à vida e dignidade humana em todas as esferas de decisão política e social. Isso inclui, como já mencionado, a criação do Sagrado e cursos obrigatórios de religião cristã.
2. Educação Transformadora nas Escolas Públicas: Acredito firmemente que a educação deve ser uma ferramenta para preparar nossos jovens para a vida prática e um futuro próspero. Portanto, proponho a introdução de cursos obrigatórios de educação financeira, visando equipar os alunos com competências essenciais em gestão financeira. Acredito que muitos de nós, olhando para trás, reconhecemos como nossas vidas poderiam ter sido diferentes e mais seguras financeiramente se tivéssemos recebido esses ensinamentos desde a infância ou adolescência. O conhecimento de como gerir o dinheiro sabiamente é uma habilidade valiosa que pode oferecer mais liberdade e oportunidades na vida adulta. Além disso, proponho a introdução de um currículo de educação religiosa cristã, com o objetivo de promover o entendimento dos valores e princípios cristãos. Sei que este ponto pode levantar algumas preocupações, mas acredito que é importante contextualizar. O cristianismo, que é a religião predominante em nossa sociedade e também a religião oficial do país, influenciou positivamente nossa história e cultura por séculos. Ensinar aos jovens os princípios de amor ao próximo, perdão, compaixão e respeito mútuo não é apenas relevante, mas essencial para formar cidadãos íntegros e solidários. Entendo que possam existir diferentes visões sobre este assunto, e por isso quero deixar claro que o objetivo não é impor, mas oferecer uma oportunidade de aprendizado. Os cursos de educação religiosa focariam na leitura da Bíblia, no estudo de passagens significativas e na prática de orações, com pleno respeito à liberdade de crenças. Não estamos falando de doutrinação, mas de uma introdução a um legado cultural e moral que muitos consideram fundamental para a formação do caráter. Como já mencionado, a educação financeira e religiosa são complementares no processo de formação integral dos jovens, e acredito que ambas podem contribuir para um desenvolvimento equilibrado e responsável. Respeitamos a diversidade de crenças e ideias, mas também devemos valorizar os princípios que sustentam nossa cultura e identidade coletiva. E, como sabemos, só aqueles que temem a luz são aqueles que se encontram nas trevas, então aqueles verdadeiramente comprometidos com sua religião de forma autônoma e não devido a pressões familiares/amigos não têm razão para temer o conhecimento e a compreensão dos valores cristãos, que são uma parte fundamental de nossa história e identidade. Acredito que com essas novas disciplinas, podemos criar uma sociedade mais equilibrada, pronta para enfrentar os desafios futuros, com jovens responsáveis que entendem o valor do trabalho árduo e da solidariedade, guiados tanto pela razão quanto pela fé cristã.
3. Criminalização do Aborto: Minha opinião firme em favor da criminalização do aborto se baseia em um profundo princípio ético: proteger a vida desde o momento da concepção. Cada um de nós foi, ainda que brevemente, uma vida em formação, totalmente dependente da compaixão e proteção de outro ser. Nossa própria sobrevivência foi um ato de confiança, um milagre silencioso de que nossa mãe não nos abandonaria, mas nos acolheria e nutriria. Essa proteção incondicional é algo que carregamos desde o alvorecer da humanidade: a mãe não abandona seus filhos. Ignorar essa fase inicial da vida é esquecer que nossa existência foi garantida por essa cadeia de confiança e compaixão que se estende ao longo do tempo. Observando o aborto, vemos que o problema não reside apenas em uma decisão individual, mas em como a sociedade, de forma sutil e quase invisível, utiliza a fragilidade e angústia das mulheres em momentos de extrema vulnerabilidade. A República, infelizmente, sustenta um sistema que empurra as mulheres a seguir um caminho que vai contra seu instinto mais fundamental: proteger, cuidar e amar sua prole. Este instinto materno é uma das forças mais antigas e belas de nossa natureza humana, um impulso protetor que transcende o racional e guia a mãe em cada passo para garantir a vida daqueles que dela dependem. Explorar o sofrimento e a solidão dessas mulheres, sem oferecer apoio real ou alternativas concretas, faz o Estado se esquivar de suas responsabilidades, empurrando as mulheres para uma decisão que vai contra o que sentem no fundo de si mesmas. Não apoiar essas mulheres em seu momento de maior necessidade faz a sociedade parecer como se estivesse transferindo para elas uma responsabilidade brutal, tornando-as também culpadas, como se este fardo moral pertencesse exclusivamente a elas. Este fenômeno não é único e, de certa forma, nos lembra de políticas que, em nome da eficiência e da "ordem", tratam a vida humana como uma mera estatística. Um exemplo disso pode ser observado em políticas externas, que, reduzindo o valor de uma vida a um número, tomaram decisões que ignoraram as complexidades e sentimentos dos indivíduos. A mesma lógica pode ser percebida quando a república, que prometeu fraternidade, enfrenta questões tão profundas e pessoais de forma impessoal, considerando o valor da vida humana não como uma experiência única digna de respeito, mas como algo a ser inscrito em um modelo utilitário, um número a ser gerido dentro de um sistema. Em vez de criminalizar, é necessário refletir sobre um sistema que, em vez de apoiar e proteger a vida, se esquiva de seu dever de solidariedade, empurrando mulheres para escolhas irreversíveis que podem deixar cicatrizes profundas.
4. Cursos Intensivos e Obrigatórios de Religião Cristã em Penitenciárias: Entendo que cada detento cometeu crimes graves e reconheço o sentimento de indignação e até vingança que muitos podem sentir. No entanto, devemos lembrar que estamos lidando com vidas que, apesar de seus erros, ainda têm a capacidade de se transformar. A Bíblia e seus valores oferecem a única base sólida para que esses indivíduos encontrem um caminho para a redenção. Ao contrário dos alunos nas escolas, os detentos já enfrentaram consequências severas por suas escolhas e, portanto, se encontram em um momento único de suas vidas, prontos para receber uma nova perspectiva. A palavra cristã oferece valores essenciais como perdão, humildade, responsabilidade, disciplina, compaixão e amor ao próximo. Esses ensinamentos não apenas inspiram, mas também educam para uma vida de respeito e dignidade. Através desses cursos, os detentos redescobrirão seu valor e ganharão uma visão renovada de si mesmos, como dignos de redenção e capazes de construir um novo caminho, guiados por valores que levam ao bem e à paz. Porque, no final, só é possível curar a dor através do amor, e o amor presente nos ensinamentos cristãos oferece a cura e a transformação de que precisam, ajudando-os a imaginar um futuro diferente, sustentado pelo perdão e pela mudança.
5. Apoio a Políticas de Saúde Mental: Acredito sinceramente que as questões de identidade de gênero são delicadas e pode ser útil reconsiderar as manifestações LGBTQI+, pois podem influenciar os jovens que estão em uma fase de autodescoberta e reforçar escolhas naqueles que já se identificam dessa forma. Proponho que, em vez de apoiar essas expressões, promovamos orientação espiritual, talvez liderada por um padre, para oferecer orientação em tempos difíceis, com aceitação e cuidado, ajudando-os a encontrar um caminho mais harmonioso em sintonia com os valores tradicionais. Isso poderia beneficiar a todos, proporcionando a orientação que muitos podem precisar.
6. Proteção ao Voto e aos Trabalhadores: Proponho uma reforma nas regras de demissão dos funcionários municipais para garantir segurança e justiça no ambiente de trabalho. Eu proporia que funcionários municipais só pudessem ser demitidos por uma justificativa adequada, com revisão e aprovação por uma autoridade local, garantindo transparência e justiça no processo. Nos casos em que uma demissão ocorreu por motivos políticos (como votar em outro candidato) ou discriminatórios (como descendência), o prefeito poderia enfrentar medidas disciplinares, incluindo a perda de cargo e uma pena de 3 a 6 meses de prisão. Essa iniciativa visa proteger os direitos dos trabalhadores e garantir que todos tenham a liberdade de expressar suas opiniões e exercer seu direito ao voto sem medo de retaliação, promovendo um ambiente de trabalho mais seguro, respeitoso e democrático.
7. Governo Transparente e Democrático: O governo que proponho será um comprometido em ser transparente em todas as suas ações, garantindo que cada decisão tomada, cada investimento realizado e cada política aplicada seja entendida e visível para todos os cidadãos. Sob minha liderança, a democracia será fortalecida, permitindo que a voz do povo seja ouvida de maneira verdadeira e eficaz, não apenas durante os períodos eleitorais, mas a cada momento da gestão pública. Um sistema de responsabilidade efetivo e acessível será implementado, onde o povo terá o direito de saber como os recursos são geridos, como as leis são aplicadas e como suas opiniões são refletidas nas decisões políticas. Para garantir uma participação democrática verdadeira, seguirei meios de solicitação, como este, permitindo que os cidadãos se expressem, façam sugestões e influenciem concretamente as políticas públicas. Comprometo-me a estabelecer um governo que não tema ser questionado, que não tenha medo de enfrentar críticas e seja resistente à mudança. Cada centavo dos fundos públicos será usado de forma ética e em benefício do povo, e todas as ações serão guiadas pela certeza de que o poder pertence ao povo, não a interesses ocultos. Este governo será, acima de tudo, um exemplo de responsabilidade, onde a confiança pública será cultivada através de ações concretas e resultados tangíveis.
8. Criação de uma Guarda Imperial Simbólica: Composta por 3.000 soldados vestidos com uniformes resultantes da mistura de legionários com cavaleiros. A admissão a esta guarda pode ocorrer tanto por alistamento voluntário quanto por seleção. Este projeto também visa a inclusão social, oferecendo emprego estável a pelo menos 2.500 pessoas sem-teto, proporcionando-lhes novas oportunidades e maior segurança.
9. Investimento nas FA: Anos assistindo o canal hoje no mundo militar me fizeram perceber que é lamentável observar que países como o Chile e a Espanha, com dimensões comparáveis a um estado brasileiro e recursos muito inferiores aos nossos, possuem forças armadas mais modernas. Muitos argumentam que “eles precisam e nós não”, mas situações como o Plano Rubber, a Guerra da Lagosta e a crise na Venezuela demonstram que imprevistos demandando recursos militares podem surgir a qualquer momento. Com nosso vasto território e abundância de recursos naturais, a necessidade de uma defesa robusta se torna ainda mais evidente. Para ilustrar, imagine duas casas: a Casa A é simples, com poucos móveis, e pertence a um encanador. Já a Casa B, cheia de móveis, obras de arte e objetos valiosos, pertence a um banqueiro. Qual dessas casas precisa de um muro com arame farpado? Mesmo que a Casa A esteja em um bairro perigoso e a Casa B em um bairro tranquilo, a segunda ainda necessita de maior proteção, especialmente considerando que no mesmo bairro calmo há a Casa C, mais modesta, mas com muros reforçados, e a Casa D, cujo dono já demonstrou intenções hostis contra a Casa B. De maneira similar, o Brasil, com sua riqueza e posição estratégica, não pode ignorar a importância de forças armadas modernas e preparadas para garantir sua segurança e soberania. Por isto defendo que o governo modernize suas FA, além do básico(equipamento básico, condições dentro do quartel e propaganda militar) Imagino finalmente trocar os velhos Leopard 1a5, por modernos Leclercs, pois os Leopard 1a5 já deram o que tinham de dar, e a medida que chegassem os novos Leclerc, os velhos Leopard 1a5 poderiam ser doados ou se possível vendidos a países da escolha do EB, também planejo aumentar a verba para o projeto das fragatas Tamandaré e para o submarino nuclear, além de modernizar o Atlântico e adiquirir novos helicópteros para tentar o transformar em um tipo de "navio caça submarinos" e claro adquirir sistemas anti aéreos de peso, como o Patriot ou S-300, que pertenceriam a FAB, ou se realmente fosse possível, adaptarmos o Astros II para ser o equivalente brasileiro a estes 2, além de buscar de treinamentos com forças estrangeiras, como por exemplo, enviarmos soldados do Grumec ou Comandos para treinar com o SAS britânico e Seals americanos, e melhorarmos nossa guerra eletronica/cibernética com ajuda tanto dos Russos quanto Ucranianos, e claro, adquirirmos mais drones Kamikaze(que também seriam da FAB), isso não seria de uma vez só, seria no ritmo que nossa economia nos permitisse.
Acho impossível pedir a confiança daqueles que ainda não me conhecem. Sou naturalmente tímido, mas acredito que posso compartilhar um pouco sobre mim.
Meu nome é Francisco Diassis Mourão Firmino. Se eu conseguir alcançar a vitória, pretendo adotar o nome Rariel Francisco Diassis Mourão Firmino Pendagon. Nasci em Acopiara, Ceará, porque, naquela época, o hospital da minha cidade, Piquet Carneiro, não oferecia as melhores condições para nascimentos. Logo após meu nascimento, voltei para Piquet Carneiro, uma pequena cidade pouco conhecida, com altas temperaturas, geralmente entre 34°C e 36°C, onde ainda vivo hoje.
Minha mãe faleceu quando eu tinha apenas cinco dias de vida, e vivi com minha avó porque meu pai, criado de acordo com normas antigas, não se sentia pronto para cuidar de um recém-nascido. Eu o entendo, pois o ambiente em que foi criado não o preparou para esse desafio. Quando eu tinha sete anos, minha avó faleceu, e comecei a viver com meu pai.
Durante minha jornada escolar, recebi uma bolsa de estudos para estudar em uma pequena escola privada. No entanto, no ano seguinte, voltei para a escola pública porque me sentia mais conectado aos meus amigos lá. De acordo com meus colegas de classe, eu era considerado o melhor aluno da minha turma. No entanto, aos 13 anos, interrompi meus estudos, o que pode parecer preguiça à primeira vista, mas meus certificados do Innovapps provam exatamente o contrário. A questão é que meu pai, já com 56 anos, trabalha como vigia noturno. Aqui, somos apenas nós dois em casa. Quando ele chegava do trabalho, precisava ir à rua comprar o que precisávamos, e na época, sem moto, fazia tudo a pé. Mesmo hoje, com uma moto, ele ainda não aprendeu a pilotar e continua a fazer o trajeto a pé. Depois disso, ele começava a preparar o lanche e, em seguida, o almoço, para que eu pudesse ir à escola alimentado, tudo isso sem pausa para descanso.
À medida que fui crescendo, comecei a perceber o quanto essa rotina era cansativa para ele e me senti tocado por sua dedicação. Chegou um ponto em que decidi que já era o suficiente, e deixei a escola para que ele pudesse ter um merecido descanso após o trabalho. Claro, nosso almoço agora acontece às 14:00 ou até mais tarde, mas pelo menos ele pode repousar um pouco ao voltar para casa. Essa decisão foi um ato de amor e gratidão por tudo que ele faz por mim. Afinal, de que me serviria um pedaço de papel chamado diploma, se o custo é o bem-estar e saúde mental de meu pai?
Atualmente, Resido na casa amarela na Rua do Cemitério.
A história sempre foi um dos meus principais interesses, especialmente no que diz respeito a impérios. Admiro figuras como Napoleão I, devido à sua trajetória, de um pobre corso a um Imperador que colocou a Europa no bolso, e Dom Pedro I, que, embora pudesse ser rei de ambos ao mesmo tempo, escolheu dar independência ao meu país, e, claro, a coragem de ambos em comandar pessoalmente suas tropas nas batalhas mais importantes. Tenho um interesse particular no Império Romano, que considero meu favorito, devido à sua influência no mundo atual, mesmo depois de ser derrubado há mais de 1000 anos.
Portanto, convido os ilustres leitores a apoiar esta iniciativa, com o objetivo de convocar um plebiscito, entre a República Presidencialista Brasileira ou o Império Constitucional Romano e garantir a alocação de um orçamento eleitoral adequado. Embora o orçamento possa ser reduzido em comparação com o eleitoral, deve ser proporcional e equitativo às necessidades de todas as partes envolvidas. Este orçamento deve garantir uma distribuição justa e equitativa dos recursos necessários para a campanha de cada lado, com um período de preparação de três meses antes do início da campanha, que deve ter uma duração equivalente a uma eleição presidencial. Importante destacar que, para garantir plena representação, a proposta inclui a necessidade de residência temporária em Brasília para meus representantes (afinal, aos 15 anos, minha participação direta na defesa da proposta pode ser limitada pela idade, tornando inviável meu envolvimento no processo, então eu poderia escolher 2 representantes) durante a campanha, garantindo assim presença física e envolvimento direto no processo.
Não vejo razão para negar, afinal, o Brasil (e em breve Roma) não é apenas uma nação democrática, mas a maior de seu tipo, os cidadãos merecem o direito de escolher seu governo, afinal, por mais que pareça tolo ou que não vai funcionar, qual seria o problema de consultar o povo? Se foi possível na Itália em 1946 e no próprio Brasil em 1993 realizar um plebiscito de magnitude semelhante, por que não seria viável para o Brasil em 2025? Vamos assumir esse legado!
Não há o que temer, pois não pretendo substituir os membros do governo atual. Portanto, o Parlamento poderia manter sua composição e câmaras até as próximas eleições, onde os representantes seriam substituídos pelo Sagrado. Dada a minha idade, um regente provisório seria nomeado para exercer minhas funções, com exceção da implementação da minha nona proposta, até que eu complete 20 anos. Esse regente poderia ser o Sr. Lula, e a única alteração imediata após a vitória seria a substituição do cargo de vice-presidente pelo de vice-regente provisório (considerando que Lula já é idoso, e para evitar uma situação semelhante à do Biden, manteríamos o Alckmin) e claro,. O Senado precisaria realizar uma votação interna para escolher o Primeiro-Ministro, mas não há motivo para preocupação, pois o Sr. Bolsonaro poderia representar o PL, dado que ele é inelegível para a presidência, mas não foi barrado de ocupar o cargo de Primeiro-Ministro. O PT, por sua vez, provavelmente indicaria uma figura de peso como Dilma ou Haddad para a dis- tornando a competição justa, já que ambos têm um peso político similar. O Primeiro-Ministro teria autoridade para reformular ministérios, mas independentemente de quem fosse escolhido, poderíamos pedir insistentemente (eu, Lula, Alckmin e Lira, iríamos pessoalmente à casa do vencedor) para que o Ciro fosse nomeado Ministro das Relações Exteriores.
Além disso, na nova Constituição, propomos ampliar o STF de 11 para 13 ministros, todos nomeados pelo Imperador, que seria imparcial, mas dessa vez, a nomeação ficaria a cargo do regente provisório. Eu pessoalmente aconselharia a escolha dos ministros, sugerindo Rafael e Luis Philippe