Diga não ao retrocesso das políticas de diversidade e inclusão!
Para: Comunidade LGBTQIAP+
Recentemente, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que as políticas de diversidade e inclusão em empresas e instituições serão substituídas por uma abordagem restrita a homens e mulheres, sem considerar a diversidade que representa a realidade da sociedade atual.
Pode parecer algo distante para nós, brasileiros, mas precisamos entender o impacto que isso pode ter globalmente. Os EUA exercem uma influência enorme no mundo, e as decisões tomadas por lá refletem diretamente em diversas esferas, inclusive no Brasil. Desde 2014, quando Trump aceitou o casamento igualitário, a bandeira da diversidade foi levantada com força, mas hoje vemos um retrocesso iminente.
Esse cenário não está isolado. Já percebemos que muitas empresas no Brasil estão deixando de priorizar a inclusão, retirando investimentos e deixando de apoiar nossa comunidade. A política de Trump segue uma agenda imperialista, assim como no seu primeiro mandato, onde a expansão territorial e conflitos eram pilares de sua administração. Para isso, ele precisa criar inimigos internos e externos, e a comunidade LGBTQIAP+ está sendo colocada, mais uma vez, como uma ameaça à família tradicional.
A narrativa de “defesa da família” não se trata realmente de proteger famílias, mas de criar uma justificativa para políticas excludentes e fortalecer um discurso de ódio. O perigo é que essa onda conservadora pode se espalhar, e sem uma legislação clara que nos proteja no Brasil, ficamos vulneráveis. A decisão do STF que equipara a LGBTQfobia ao crime de racismo é uma interpretação jurídica, e caso ela seja revista ou anulada, ficaremos sem qualquer respaldo legal.
Precisamos agir agora! 2026 está chegando, e figuras da extrema-direita podem se candidatar com esse discurso de ódio, ameaçando os avanços que conquistamos.
Assine esta petição e junte-se à luta pela manutenção e ampliação das políticas de diversidade e inclusão no Brasil e no mundo. Não podemos permitir que nossos direitos sejam ignorados e que o discurso de exclusão ganhe força.
Juntos somos mais fortes!