Libertas Zelesny-Pela Democratização da Educação: Contra o Regime Cívico-Militar nas Escolas
Para: Colégio Estadual Padre Carlos Zelesny, Conselho Estadual de Educação do Paraná (CEE/PR),Secretaria da Educação do Paraná (SEED)
Nós, estudantes, pais, professores e membros da comunidade, nos reunimos para expressar nossa preocupação e oposição ao regime cívico-militar nas escolas (nesse caso especial no Colégio Estadual Padre Carlos Zelesny).
O regime cívico-militar nas escolas tem sido associado a uma série de malefícios e impactos negativos na saúde e bem-estar dos alunos, incluindo:
- Aumento do estresse e ansiedade devido à disciplina rígida e ao medo da punição.
- Redução da criatividade e autonomia dos estudantes, pois são submetidos a uma estrutura rígida e autoritária.
- Desenvolvimento de problemas de saúde mental, como depressão e transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).
- Limitação da liberdade de expressão e da participação ativa dos estudantes na gestão escolar.
- Criação de um ambiente hostil e desrespeitoso, onde os estudantes são tratados como "soldados" em vez de seres humanos com direitos e necessidades.
Além disso, o regime cívico-militar nas escolas também tem sido criticado por:
- Promover uma cultura de obediência cega e respeito à autoridade, em vez de encorajar a crítica e a reflexão.
- Desviar recursos da educação para a manutenção de uma estrutura militarizada.
- Criar uma atmosfera de medo e intimidação, que pode levar a conflitos e violência.
Exigimos que as autoridades educacionais:
1. Revoguem a implementação do regime cívico-militar nas escolas.
2. Promovam uma educação democrática, inclusiva e respeitosa da diversidade.
3. Garantam a liberdade de expressão e a participação ativa dos estudantes na gestão escolar.
4. Invistam em programas de apoio à saúde mental e bem-estar dos estudantes.
5. Estabeleçam mecanismos de controle e fiscalização para garantir que as escolas sejam ambientes seguros e respeitosos.