Contestação de discrepância no nível de dificuldade entre as Provas da turma A e B 8° de enfermagem.
Para: Faculdade de Ciências Médicas de Maricá - Coordenação de Enfermagem
Nós, abaixo assinados, estudantes participantes da avaliação de Saúde da Mulher - Alta complexidade aplicada na data de 27/11, vimos por meio deste documento solicitar a revisão formal da prova, considerando a significativa discrepância no nível de dificuldade entre as versões de Prova para turma A e B.
Após análise comparativa, constatamos que:
1. A Prova da turma A apresentou enunciados mais objetivos, diretos e predominantemente conceituais, com menor grau de interpretação, menor complexidade clínica e praticamente ausência de pegadinhas.
2. A Prova da turma B, por sua vez, continha questões mais extensas, maior exigência interpretativa, maior volume de casos clínicos complexos, itens verdadeiros ou falsos com formulações ambíguas e perguntas mais suscetíveis a erro por detalhes mínimos.
3. A diferença no nível de exigência compromete o princípio de isonomia, previsto em avaliações acadêmicas, onde diferentes versões da mesma prova devem apresentar equivalência no grau de dificuldade.
4. Tal desigualdade tem impacto direto no desempenho dos estudantes submetidos à prova mais complexa, podendo gerar prejuízo na nota final, média do período e, consequentemente, no rendimento acadêmico geral.
Diante disso, solicitamos:
- A revisão pedagógica das duas provas, comparando oficialmente seus níveis de dificuldade.
- A aplicação de ajuste de nota, caso confirmado o desequilíbrio entre as versões.
- A garantia, em avaliações futuras, de equivalência real entre as provas da turma A e B, preservando justiça e transparência no processo avaliativo.
Reforçamos que esta solicitação não visa invalidar a avaliação, mas assegurar equidade entre todos os estudantes.
Assinam este documento os alunos abaixo, cientes e de acordo com o conteúdo apresentado: