Pelo Pagamento Imediato do FGC aos Investidores do Banco Master: Respeito ao Mercado de Renda Fixa
Para: Banco Central, Fundo Garantidor de Crédito e o Tribunal de Contas da União
Nós, o grupo de 1 milhão de investidores afetados pela liquidação do Banco Master, manifestamos nossa total indignação com a paralisia no pagamento das garantias do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
O que deveria ser um processo automático de segurança bancária tornou-se um pesadelo burocrático. Denunciamos, especificamente, a desordem e a interferência desproporcional que o Tribunal de Contas da União (TCU) tem exercido sobre o processo. Ao criar entraves fiscalizatórios que ignoram a urgência de quem tem o sustento familiar travado, o TCU está gerando insegurança jurídica e social, em vez de zelar pelo interesse público.
O FGC possui os recursos, os investidores possuem o direito, mas a desarticulação entre as entidades e a postura de enfrentamento institucional estão fazendo de nós, cidadãos, reféns de uma disputa política e técnica.
Diante disso, EXIGIMOS:
AO TCU: Que cessar imediatamente qualquer medida que cause a suspensão ou o retardamento do envio da lista de credores e do cronograma de pagamentos. O papel do Tribunal deve ser fiscalizar a eficiência, não impedir o cumprimento de um direito garantido por lei.
AO BANCO CENTRAL E AO LIQUIDANTE: Que priorizem a entrega da lista de credores auditada, independente de investigações paralelas que não devem recair sobre os ombros do investidor de boa-fé.
AO FGC: Que inicie o pagamento imediato via aplicativo assim que a lista for disponibilizada, sem novos prazos ou adiamentos.
Não permitiremos que a desordem institucional entre o BC e o TCU destrua a confiança no sistema financeiro brasileiro. O dinheiro é dos investidores e o pagamento é um dever