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MANIFESTO EN REPUDIO AL RACISMO EN EL IV ENCUENTRO ACODESI DE ESCUELAS JESUITAS / MANIFESTO EM REPÚDIO ABSOLUTO AO RACISMO NO IV ENCONTRO ACODESI DE ESCOLAS JESUÍTAS

Para: A los dirigentes y organizadores del IV Encuentro Cultural y Deportivo ACODESI. A los jóvenes participantes del IV Encuentro Cultural y Deportivo ACODESI. A los padres y responsables de los jóvenes participantes, de todas las nacionalidades, del IV Encuentro Cultural y Deportivo ACODESI. A la comunidad jesuita,

MANIFESTO EN REPUDIO AL RACISMO EN EL IV ENCUENTRO ACODESI DE ESCUELAS JESUITAS

Río de Janeiro, 21 de marzo de 2026.

A los dirigentes y organizadores del IV encuentro cultural y deportivo ACODESI,
A los jóvenes participantes del IV encuentro cultural y deportivo ACODESI,
A los padres y responsables de los jóvenes participantes, de todas las nacionalidades, del IV encuentro cultural y deportivo ACODESI,
A la comunidad jesuita,

1. Nosotros, padres y responsables de los alumnos del colegio Santo Inácio, en Río de Janeiro, Brasil,

INFORMAMOS:

1.1. Que durante la realización del IV encuentro cultural y deportivo ACODESI, del 19 al 23 de marzo de 2026, con sede en el colegio Berchmans en la ciudad de Cali, los jóvenes alumnos y alumnas de la delegación del colegio Santo Inácio, de Río de Janeiro, fueron víctimas de reiteradas, cobardes y documentadas ofensas físicas y orales de carácter racista, proferidas por estudiantes de otras delegaciones.

1.2. Que ante la indignación de los participantes brasileños y el riesgo agudo de que la violencia escalara a agresiones físicas más serias, la delegación brasileña abandonó las instalaciones comunitarias del evento. Para garantizar su seguridad física e integridad psicológica, nuestros hijos tuvieron que buscar refugio y hospedaje en un hotel comercial externo, perdiendo el derecho a la convivencia comunitaria, uno de los principales objetivos del evento.

2. CONSIDERANDO:

2.1. Que el propio Evangelio de Cristo nos enseña el amor al prójimo como un mandamiento basilar e innegociable: "Un mandamiento nuevo os doy: Que os améis unos a otros; como yo os he amado" (Juan 13:34), y que la práctica del racismo constituye una violación frontal de este principio y del mensaje cristiano;

2.2. Que la pedagogía jesuita tiene como pilar la cura personalis, que exige el cuidado integral de cada individuo y establece el repudio teológico y estructural al racismo, visto que la discriminación es la negación de la propia dignidad humana y del misterio de la encarnación divina;

2.3. Que el sistema de entorno seguro de la Compañía de Jesús impone a todas sus instituciones la obligación rigurosa de crear ambientes acogedores, respetuosos y seguros para proteger a los menores de cualquier forma de abuso;

2.4. Que la práctica del racismo constituye una infracción penal grave y tipificada en la jurisdicción de Colombia (país sede), por medio de la ley antidiscriminación (ley 1482 de 2011) que condena actos de racismo; y

2.5. Que, para la sociedad y la jurisdicción de origen de los estudiantes afectados, la constitución de la República Federativa de Brasil clasifica la práctica del racismo como un delito sin derecho a fianza e imprescriptible.

3. Nosotros, los padres y responsables de los alumnos y alumnas brasileños,

MANIFESTAMOS:

3.1. Nuestra más profunda, visceral y pública indignación, no apenas contra las inaceptables agresiones raciales perpetradas contra nuestros hijos, sino, sobre todo, contra la inoperancia y la omisión de la gobernanza del evento.

3.2. Es indignante que la carga del acoso haya recaído sobre las víctimas. Penalizar a los ofendidos con la segregación espacial y la retirada forzada del alojamiento festivo, mientras los infractores permanecieron incólumes disfrutando de las instalaciones, es una respuesta administrativa cobarde.

3.3. Esta actitud subvierte la cultura del encuentro jesuita, falla flagrantemente en la protección de los vulnerables y refrenda la impunidad.

4. De esta forma,

SOLICITAMOS:

4.1. Que la ACODESI, el Colegio Berchmans y la Provincia de la Compañía de Jesús reconozcan los actos racistas ocurridos y presenten una disculpa a los alumnos brasileños y a sus familias.

4.2. Que se informe a esta comisión de padres, en un plazo razonable, sobre las medidas adoptadas y los protocolos implementados para que actos de esta naturaleza no vuelvan a ocurrir, garantizando la permanencia segura y plena de todos los alumnos en el ambiente comunitario.

Por el respeto a la dignidad humana.
Por el respeto a los valores cristianos.

FIRMAN:

Padres y responsables de los alumnos y alumnas del colegio Santo Inácio, de Río de Janeiro, Brasil



Referencias:

Brasil. (1989). Ley n.º 7.716, de 5 de enero de 1989. Presidencia de la República.
Compañía de Jesús. (s.f.). Crear ambientes acogedores, respetuosos y seguros. Sistema de entorno seguro.
Congreso de la República de Colombia. (2011). Ley 1482 de 2011. Gestor normativo - Función pública.
Jesuit Higher Education. (s.f.). Cura personalis and anti-racism. Digital Commons Loyola Marymount University.

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MANIFESTO EM REPÚDIO AO RACISMO NO IV ENCONTRO ACODESI DE ESCOLAS JESUÍTAS

Rio de Janeiro, 21 de março de 2026.

Aos dirigentes e organizadores do IV Encontro Cultural e Desportivo ACODESI,
Aos jovens participantes do IV Encontro Cultural e Desportivo ACODESI,
Aos pais e responsáveis pelos jovens participantes, de todas as nacionalidades, do IV Encontro Cultural e Desportivo ACODESI,
À comunidade jesuíta,

1. Nós, pais e responsáveis pelos alunos do Colégio Santo Inácio, no Rio de Janeiro, Brasil,

INFORMAMOS:

1.1. Que durante a realização do IV Encontro Cultural e Desportivo ACODESI, de 19 a 23 de março de 2026, sediado no Colegio Berchmans na cidade de Cali, os jovens alunos e alunas da delegação do Colégio Santo Inácio, do Rio de Janeiro, foram vítimas de reiteradas, covardes e documentadas ofensas físicas e orais de cunho RACISTA, proferidas por estudantes de outras delegações.

1.2. Que diante da indignação dos participantes brasileiros e do risco agudo de a violência escalar para agressões físicas mais sérias, a delegação brasileira abandonou as instalações comunitárias do evento. Para garantir sua segurança física e integridade psicológica, nossos filhos tiveram que buscar refúgio e hospedagem em um hotel comercial externo, perdendo o direito ao convívio comunitário, um dos principais objetivos do evento.

2. CONSIDERANDO:

2.1. Que o próprio Evangelho de Cristo nos ensina o amor ao próximo como um mandamento basilar e inegociável: "Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós" (João 13:34), e que a prática do racismo constitui frontal violação deste princípio e da mensagem cristã;

2.2. Que a pedagogia jesuíta tem como alicerce a Cura Personalis, que exige o cuidado integral de cada indivíduo e estabelece o repúdio teológico e estrutural ao racismo, visto que a discriminação é a negação da própria dignidade humana e do mistério da encarnação divina ;??2.3. Que o Sistema de "Entorno Seguro" da Companhia de Jesus impõe a todas as suas instituições a obrigação rigorosa de criar ambientes "acolhedores, respeitosos e seguros" para proteger menores de qualquer forma de abuso;

2.3. Que a prática do racismo constitui infração penal grave e tipificada na jurisdição da Colômbia (país sede), por meio da Lei Antidiscriminação (Ley 1482 de 2011) que condena atos de racismo ; e??2.5. Que, para a sociedade e a jurisdição de origem dos estudantes afetados, a Constituição da República Federativa do Brasil classifica a prática do racismo como crime inafiançável e imprescritível.??3. Nós, os pais e responsáveis dos alunos e alunas brasileiros,

3. MANIFESTAMOS:

3.1. Nossa mais profunda, visceral e pública indignação, não apenas contra as inaceitáveis agressões raciais perpetradas contra nossos filhos, mas, sobretudo, contra a inoperância e a omissão da governança do evento.

3.2. É revoltante que o ônus do assédio tenha recaído sobre as vítimas. Penalizar os ofendidos com a segregação espacial e a retirada forçada do alojamento festivo, enquanto os infratores permaneceram incólumes usufruindo da estrutura, é uma resposta administrativa covarde.

3.3 Essa atitude subverte a cultura do encontro jesuíta, falha flagrantemente na proteção dos vulneráveis e chancela a impunidade.

4. Dessa forma,

SOLICITAMOS:

4.1. Que a ACODESI, o Colégio Berchmans e a Província da Companhia de Jesus reconheçam os atos racistas ocorridos e apresentem um pedido de desculpas aos alunos brasileiros e às suas famílias.

4.2. Que esta comissão de pais seja informada, em prazo razoável, sobre as medidas adotadas e os protocolos implementados para que atos dessa natureza não voltem a ocorrer, garantindo a permanência segura e plena de todos os alunos no ambiente comunitário.

Pelo respeito à dignidade humana.
Pelo respeito aos valores cristãos.

ASSINAM:

Pais e responsáveis pelos alunos e alunas do Colégio Santo Inácio, do Rio de Janeiro, Brasil



Referências:

Brasil. (1989). Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989. Presidência da República.
Compañía de Jesús. (s.d.). Crear ambientes acogedores, respetuosos y seguros. Sistema de Entorno Seguro.
Congreso de la República de Colombia. (2011). Ley 1482 de 2011. Gestor Normativo - Función Pública.
Jesuit Higher Education. (n.d.). Cura Personalis and anti-racism. Digital Commons Loyola Marymount University.
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Esta petição foi criada em 22 março 2026
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