Taxas Filantrópicas Para Grande Fortunas.
Para: Presidente da República e Senado Federal.
O ponto desse abaixo-assinado. Encurtar a distância social e incentivar a filantropia através das grandes rendas. O abaixo-assinado decidiu que todos os brasileiros com renda de R$3.000.000 ou mais precisam doar R$90.000 até o fim do ano (R$7.500 por mês). Isso é para causas filantrópicas de apoio à educação, à saúde, ao esporte e à ciência. O objetivo é a criação de leis para reduzir a desigualdade social.
Principalmente, a concentração extrema de riqueza fortalece a desigualdade e enfraquece nossa sociedade e economia. Globalmente, os 10% mais ricos possuem 76% da riqueza total. Enquanto isso, os 50% mais pobres detêm apenas 2% da riqueza mundial, de acordo com o Relatório Mundial da Desigualdade de 2022 [fonte Gale in Context]. Além disso, a Organização Mundial da Saúde relata que países com maiores níveis de desigualdade de riqueza apresentam piores resultados na saúde e menor expectativa de vida. Quando a riqueza fica concentrada nas mãos de um pequeno grupo, educação, empregos estáveis e acesso à saúde tornam-se cada vez mais difíceis de alcançar. A desigualdade de riqueza também agrava a disfunção política e concentra poder. Segundo o jornal The Guardian, na última década, a riqueza dos bilionários cresceu mais de 200%, enquanto os salários do trabalhador médio cresceram apenas 12%. Doze por cento! Mal o suficiente para acompanhar o aumento dos custos de vida. Esse crescimento da riqueza faz os custos subirem exponencialmente, dificultando o acesso às necessidades básicas, enquanto os bilionários ganham influência sobre decisões importantes que beneficiam os mais ricos. Isso deixa claro que a concentração extrema de riqueza desacelera a atividade econômica, reduz oportunidades e impede que a maioria das pessoas participe do sistema que deveria apoiá-las.