Ato de solicitação da remoção da Diretora: Isabel Cristina Malheiros de Sousa da E.E.E.M PROF. JOÃO DA CUNHA VINAGRE do município de Conde -PB
Para: Professores, alunos, funcionários e pais de alunos da Escola João Vinagre
Os professores, alunos, funcionários, pais e responsáveis abaixo-assinados, constituídos como membros ativos da comunidade escolar da E.E.E.M Professor João da Cunha Vinagre, vêm, por meio deste instrumento, solicitar formalmente a remoção imediata da atual diretora, Sra. Isabel Cristina Malheiros de Sousa, em virtude de sua conduta manifestamente incompatível com as diretrizes pedagógicas, administrativas e éticas desta instituição.
Amparamos esta solicitação nos fatos e comportamentos reincidentes listados a seguir:
• Assédio Moral Recorrente: Prática sistemática de assédio moral contra o corpo docente, discente e equipe administrativa, deteriorando gravemente as relações profissionais e humanas na instituição.
• Tratamento Desrespeitoso e Abuso de Autoridade: Uso constante de expressões pejorativas e ofensivas direcionadas aos estudantes, comunicação agressiva (majoritariamente aos gritos) e exercício do poder de forma excessiva, arbitrária e abusiva frente aos funcionários.
• Calúnia e Constrangimento Público: Propagação de acusações infundadas e sem provas contra o conselho escolar, a coordenação pedagógica, funcionários e alunos. Destaca-se o episódio em que a direção acionou o guarda patrimonial para retirar uma funcionária do recinto devido às suas vestimentas, gerando grave humilhação pública. Ademais, constatam-se acusações levianas de roubo proferidas contra membros do conselho escolar, funcionários e alunos.
• Danos à Saúde Mental e Desestruturação da Gestão: O ambiente hostil culminou no pedido de demissão da funcionária mais antiga da unidade. Professores e funcionários encontram-se psicologicamente abalados, privados do bem-estar em suas atividades laborais. A coordenadora pedagógica sofre calúnias contínuas, tendo sua competência profissional posta em xeque sem justificativa legítima. Registram-se discursos de ódio que diminuem os docentes perante os alunos, bem como discussões que acuam e ameaçam os estudantes — resultando, inclusive, em episódios de febre emocional em discentes devido ao extremo nervosismo provocado. Diante da impossibilidade de diálogo, a presidente do conselho escolar necessitou de afastamento médico por 15 dias para tratamento de saúde mental, e a totalidade do Conselho Escolar renunciou coletivamente por ser inviável manter qualquer relação profissional com a gestora.
• Inflexibilidade, Difamação e Recusa ao Diálogo: Recusa deliberada por parte da diretora em se retratar ou dialogar, mesmo diante de evidências gravadas, além de episódios subsequentes de difamação moral contra os membros do antigo Conselho Escolar.
A permanência da referida gestora coloca em risco iminente a integridade psíquica, o bem-estar e o pleno desenvolvimento das atividades pedagógicas de toda a comunidade. E diante destes fatos que professores, funcionários, alunos, pais e responsáveis solicitamos a imediata e urgente intervenção das autoridades responsáveis para a destituição da gestora e a devida apuração dos fatos.