FIM DO ENSINO DE AFRICANIDADES, RELIGIÃO AFRICANA, OBRIGATÓRIO NA REDE PÚBLICA DE TODOS OS NÍVEIS
Para: GOVERNO FEDERAL, GOVERNO ESTADUAL, PREFEITURAS
A inclusão da disciplina Africanidades, tem ferido o direito a religião impondo conceitos de religião de matriz africana a todos e isto viola a Constituição federal que diz o Estado ser laico.
Sim, falam da religião de matriz africana e apresentam seus rituais, músicas, dogmas as crianças que são pessoas em formação, sem capacidade de julgamento e discernimento.
A família tem o a liberdade constitucional de ensinar seus filho e transmitir a cultura, tradição e religião de seus ancestrais ou que venha se converter ou aderir de forma livre.
O ensino obrigatório está violando a liberdade de crença, liberdade de exercer a filiação e de transmitir de forma livre suas crenças familiares e tradicionais.
Falar de respeito ao próximo não é impor uma religião ou cultura, para isto temos a ética e a moral, além de direitos humanos que devem fazer parte da grade currícular.
A matéria história tem a função de contar a nossa história e a matéria sociologia, refletir sobre a sociedade, assim como a fiolosia tratar sobre valores éticos e morais.
Lembrando ainda que a educação deve ser construída ouvindo a sociedade e não apenas como imposição de uma bandeira partidária-política.
Educação tem que ter o fim útil, formar cidadãos melhores e não impor padrões, religião, ou visões políticas, mas ser um ambiente de liberdade de pensamento respeitando, acima de tudo a capacidade de julgamento das informações por parte dos alunos, afim de que o ensino não lhes sirva de barreira à liberdade, como vemos hoje, ser ministrado africanidades a crianças que não conseguem discernir e estão em fase de construção de personalidade cabendo apenas aos seus pais falar sobre religião e sendo este momento de transmissão de cultura familiar, ancestralidade, mas no seio de suas famílias.
|
Já Assinaram
2
Pessoas
O seu apoio é muito importante. Apoie esta causa. Assine o Abaixo-Assinado.
|