Movimento pela Estrada Parque PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira) SP-165 – Apiaí • Iporanga
Para: Prefeitura de Iporanga - Prefeitura de Apiai - Governo do Estado de São Paulo - DER-SP Departamento de Estradas de Rodagem
Movimento pela Estrada Parque PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira)
SP-165 – Apiaí • Iporanga
O coração do PETAR pede socorro. E a nossa voz pode fazer a diferença.
A rodovia SP-165, que liga Apiaí a Iporanga, atravessa uma das regiões mais ricas em biodiversidade do planeta: o coração do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR), patrimônio natural reconhecido por suas cavernas, rios cristalinos, remanescentes da Mata Atlântica e uma fauna e flora únicas. Chegou o momento de transformar essa estrada em uma verdadeira Estrada Parque. Não estamos falando apenas de uma rodovia. Estamos falando de um projeto capaz de unir conservação ambiental, segurança viária, turismo sustentável, geração de empregos, educação ambiental e desenvolvimento regional (Exemplo Estrada Parque Carlos Botelho em São Miguel Arcanjo).
Uma Estrada Parque pode proporcionar: Proteção da Mata Atlântica e da fauna silvestre.
Mirantes, áreas de observação de aves e pontos de interpretação ambiental. Trilhas, cicloturismo e turismo de natureza. Trânsito mais seguro e organizado. Valorização das comunidades locais. Novas oportunidades para pousadas, restaurantes, guias, artesãos e pequenos produtores. Educação ambiental para moradores, estudantes e visitantes.
Fortalecimento do PETAR como um dos principais destinos de ecoturismo do Brasil.
Essa transformação beneficiará não apenas Apiaí e Iporanga, mas todo o Vale do Ribeira, criando um modelo de desenvolvimento que respeita a natureza e melhora a qualidade de vida da população. O futuro da região depende das escolhas que fazemos hoje.
Convidamos moradores, empresários, professores, estudantes, pesquisadores, turistas, ambientalistas e todos que amam a Mata Atlântica a fazer parte deste movimento.
Vamos mostrar que preservar também é desenvolver.
Nosso pedido: Pedimos ao Governo do Estado de São Paulo, às prefeituras, aos parlamentares e aos órgãos ambientais que iniciem os estudos e investimentos necessários para a implantação da Estrada Parque SP-165, transformando este corredor ecológico em um exemplo nacional de conservação e turismo sustentável.
A natureza precisa. A população merece. O PETAR agradece.
Sua assinatura pode mudar esta história. Grandes transformações começam quando pessoas comuns decidem agir por uma causa que beneficia toda a sociedade.
Ao assinar este movimento, você demonstra que acredita em um futuro onde a natureza é preservada, as comunidades são valorizadas e o desenvolvimento acontece de forma sustentável. Cada assinatura fortalece nossa voz. Cada compartilhamento leva esta ideia a mais pessoas. Juntos, podemos sensibilizar autoridades, instituições e a sociedade para que a Estrada Parque SP-165 deixe de ser apenas um sonho e se torne uma realidade.
Assine. Compartilhe. Convide seus amigos e familiares.
Porque proteger o coração do PETAR é preservar um patrimônio que pertence às gerações de hoje e às que ainda virão. O futuro da Mata Atlântica começa com uma atitude. A sua. Assine este movimento e compartilhe esta causa. Quanto mais pessoas unidas, maior será nossa força para transformar a SP-165 na Estrada Parque que o PETAR, Apiaí, Iporanga e todo o Vale do Ribeira merecem.
Compartilhe esta ideia!
#EstradaParqueSP165 #PETAR #Apiaí #Iporanga #BairrodaSerra #ValeDoRibeira #MataAtlântica #TurismoSustentável #ConservaçãoAmbiental #Ecoturismo #DesenvolvimentoRegional #EstradaParqueJá #PreservarEDesenvolverVamos conhecer a história do PETAR (Parque Estadual turístico do Alto Ribeira), é uma das mais importantes áreas de conservação ambiental do Brasil e um dos maiores patrimônios naturais da Mata Atlântica. Localizado no sul do Estado de São Paulo, entre os municípios de Apiaí, Iporanga, Ribeirão Grande, Guapiara e Eldorado, o parque protege uma das maiores áreas contínuas de Mata Atlântica preservada do país. Muito antes da criação do PETAR, a região era habitada por povos indígenas, que utilizavam as cavernas, rios e florestas como abrigo, rota de deslocamento e fonte de alimento. Séculos depois, durante o período colonial, o Vale do Ribeira tornou-se conhecido pela mineração de ouro e outros minerais, atividade que deu origem ao nome Alto Ribeira, em referência à parte alta da bacia do Rio Ribeira de Iguape. Ao longo do século XX, a expansão da agricultura, da extração de madeira e da mineração começou a ameaçar a floresta e suas riquezas naturais. Cientistas, pesquisadores e ambientalistas passaram a defender a criação de uma unidade de conservação para proteger esse patrimônio. O parque foi oficialmente criado em 1958, tornando-se um dos parques estaduais mais antigos de São Paulo. Seu principal objetivo era preservar a Mata Atlântica, os rios e nascentes, a fauna e a flora nativas, o maior conjunto de cavernas do Brasil, o patrimônio geológico da região. Na época de sua criação, poucos imaginavam a importância científica que o parque alcançaria nas décadas seguintes. Divididos em 4 núcleos: Santana, Ouro Grosso, Casa de Pedra e Caboclos localizado na cidade de Apiai (Capital da Cerâmica), além de estar próximo ao Núcleo Caverna do Diabo localizado na cidade de Eldorado. Um dos maiores patrimônios espeleológicos do Brasil e faz parte do corredor verde da Mata Atlântica do sul do Estado de São Paulo e divisa do Paraná. O PETAR abriga mais de 300 cavernas cadastradas, embora estudos indiquem que existam muitas outras ainda não exploradas. Entre as mais conhecidas estão: Caverna Santana, Caverna do Ouro Grosso, Caverna Água Suja, Caverna Alambari de Baixo. Essas cavernas apresentam rios subterrâneos, salões gigantes, estalactites, estalagmites e formações calcárias que levaram milhões de anos para se formar tornando-se um refúgio para a biodiversidade. Além das cavernas, o PETAR protege uma enorme variedade de espécies. Entre os animais encontrados estão: onça-pintada, suçuarana, anta, mono-carvoeiro (muriqui-do-sul), jaguatirica, quati, macaco bugio, muriqui, tucanos e inúmeras espécies de anfíbios, répteis e insetos. Sua vegetação é composta por uma das áreas mais preservadas da Mata Atlântica, considerada um dos biomas mais ricos e ameaçados do planeta. O turismo sustentável: a partir das décadas de 1980 e 1990, o turismo de natureza passou a ganhar força. Hoje, milhares de visitantes percorrem trilhas, visitam cachoeiras, rios, praticam escaladas, boia cross e passeios em cavernas, sempre acompanhados por monitores ambientais locais. Esse modelo fortaleceu a economia de municípios como Apiaí e Iporanga, gerando oportunidades para: guias de turismo, pousadas, restaurantes, artesãos, produtores rurais e comércio local. O PETAR faz parte do conjunto de áreas protegidas da Mata Atlântica do Sudeste reconhecidas pela UNESCO como Patrimônio Natural Mundial, devido à sua extraordinária importância para a conservação da biodiversidade. O futuro do PETAR: apesar de sua importância internacional, o parque ainda enfrenta desafios relacionados à infraestrutura, à proteção da fauna, ao manejo do turismo e à melhoria dos acessos. Projeto da maior importância que concilia conservação ambiental e desenvolvimento sustentável, como a proposta de implantação da Estrada Parque SP-165 entre Apiaí e Iporanga, podem contribuir para aumentar a segurança, ordenar a visitação, fortalecer a educação ambiental e valorizar ainda mais o patrimônio natural da região, desde que sejam planejados e executados com critérios técnicos e ambientais. A grande diversidade do PETAR é resultado da combinação de Mata Atlântica preservada, cavernas, rios, cachoeiras, montanhas e vales, formando um dos ecossistemas mais ricos do Brasil. Muitas espécies são endêmicas da Mata Atlântica e algumas encontram-se ameaçadas de extinção, o que torna a conservação do parque essencial para a biodiversidade brasileira. O PETAR não é apenas um parque estadual. É um verdadeiro laboratório natural, um santuário da Mata Atlântica e um dos maiores tesouros ambientais do país. Preservar o PETAR significa proteger milhões de anos de história geológica, milhares de espécies de plantas e animais e um legado natural que pode inspirar as próximas gerações. Por todos esses detalhes devemos ter o devido respeito pela natureza e ajudar a preservar, comece assinando nossa petição pública em prol da criação da Estrada Parque 165 que liga os municípios de Apiai e Iporanga. Lembrando que esse movimento é uma iniciativa da população que vem sofrendo durante anos com promessas não cumpridas, e agora com todas essas tecnologias para trazer essa infraestrutura nos moldes da Estrada Parque do Carlos Botelho de São Miguel Arcanjo, todos moradores estão participando e apoiando seja do Bairro da Serra, onde se concentram grande parte das atrações turísticas, mas de toda população ribeirinha da região do Vale do Ribeira. A Estrada Parque SP-165 só trará melhorias para a natureza, quem vive e visita. Esclarecendo: O PETAR não foi privatizado. O que ocorreu foi uma concessão da gestão dos serviços de uso público (como recepção de visitantes, bilheteria, manutenção de estruturas, estacionamento e alguns serviços turísticos) à iniciativa privada. A área do parque continua sendo um bem público do Estado de São Paulo, administrado e fiscalizado pela Fundação Florestal. Atualmente, a compra de ingressos para o PETAR é feita pela plataforma oficial da concessionária Parquetur.
Você pode comprar antecipadamente em: Portal Oficial de Ingressos do PETAR – Parquetur
No portal é possível escolher o dia da visita, selecionar o núcleo do PETAR que deseja visitar (conforme disponibilidade), comprar ingressos, adicionar serviços disponíveis e receber o ingresso eletrônico após a compra. Antes de visitar lembre-se de que o ingresso do parque não substitui o acompanhamento de um monitor ambiental nas cavernas e atrativos onde esse acompanhamento é obrigatório. Em muitos roteiros, é necessário contratar um monitor credenciado, especialmente para visitas às cavernas e cachoeiras. https://parquetur.com.br