Mulheres no Afeganistão
Para: Por favor, qualquer pessoa ou mais pessoas vejam isso do governo!
Esse baixo assinado é para combater o que está acontecendo com as mulheres no Afeganistão. Precisamos reverter isso urgentemente antes que piore essa situação!. Mulheres e meninas estão enfrentando um regime de repressão severa imposto pelo Talibã. Desde que o grupo retomou o poder em 2021, centenas de decretos foram editados para apagá-las da vida pública, anular sua autonomia e restringir quase todos os seus direitos fundamentais. Meninas são proibidas de estudar após o ensino fundamental e estão banidas das universidades, as mulheres foram praticamente banidas de empregos no setor público, em organizações não-governamentais, na ONU e em comércios como salões de beleza, apenas uma parcela mínima da força de trabalho feminina permanece ativa, muitas vezes na informalidade. Elas não podem viajar ou circular em espaços públicos, sem a companhia obrigatória de um mahram (um guardião masculino da família). Há relatos de que saem de casa, em média, poucas vezes ao mês. O Talibã proibiu as mulheres de falar em público, de mostrar o rosto e até determinou que janelas de residências sejam ajustadas para que elas não fiquem expostas ou com vistas para áreas públicas. O acesso a serviços de saúde tornou-se extremamente difícil. Como foi proibido que mulheres estudem medicina e obstetrícia, o atendimento médico feminino entra em colapso. O confinamento e a perda de perspectivas geraram uma grave crise de saúde mental, com alta incidência de ansiedade e desespero relatados por grande parte da população feminina. Direitos civis como o divórcio são sistematicamente invalidados pelo sistema judicial do Talibã, forçando muitas vezes mulheres a retornarem a casamentos abusivos ou a conviverem com ex-maridos. IMPORTANTE: Mulheres e meninas flagradas na rua com roupas consideradas "inadequadas" (como lenços coloridos, maquiagem ou cabelos parcialmente visíveis) ou circulando sem um guardião masculino são frequentemente submetidas a agressões físicas e humilhações públicas pelos agentes do Ministério da Propagação da Virtude e Prevenção do Vício. • regime restaurou oficialmente punições corporais em praça pública, incluindo o açoitamento (chibatadas) de mulheres acusadas de "crimes morais", como fugir de casa ou manter relações fora do casamento. O novo código penal do Talibã reduziu drasticamente as proteções legais para as mulheres, tolerando agressões físicas dentro do ambiente familiar e dificultando qualquer denúncia por parte das vítimas. Mulheres que tentam realizar protestos pacíficos pelos seus direitos à educação e ao trabalho são alvo prioritário de perseguição. Ativistas e jornalistas sofrem intimidação constante, detenções sem mandado judicial e tortura em instalações do regime. NÃO podemos deixar elas serem caladas e nós ficarmos calados diante do que elas estão passando! Por favor, vejam e lêem esse baixo assinado, e façam qualquer coisa que puderem! Já vai ajudar muito, obrigada!