Abaixo-assinado MELHORIAS NO BRASIL EM PRIMEIRO LUGAR
Para: PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
Ontem pelo Twitter recebi uma msg onde dizia a Presidente Dilma iria ajudar Portugal na crise financeira. Estou realizando a petição pelo seguinte motivo, enquanto temos pessoas brasileiras morrendo nos corredores de hospitais, morrendo em estradas esburacadas, morrendo de fome, sem emprego o nosso país tirara dinheiro dos cofres para ajudar em crise financeira? Vamos assinar essa petição solicitando melhorias em nosso país, se está sobrando dinheiro para ajudar, podemos melhorar aqui no Brasil. Assinem, repassem.
Segue texto:
Natasha Bin
Do G1, em Coimbra (Portugal)
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira (29), em Coimbra, que o governo brasileiro pode ajudar Portugal, que passa por uma crise econômica e política. "O Brasil tem um compromisso com Portugal e sempre vai ter. Nós queremos ajudar. Portugal não é um parceiro qualquer, é um país com o qual temos uma ligação umbilical. É uma relação especial, vamos fazer tudo o que for possível, dentro da nossa legislação [para ajudar Portugal]", disse a presidente.
No dia 23 de março, o primeiro-ministro português, José Sócrates, apresentou sua demissão depois que o Parlamento rejeitou um novo plano de austeridade, que previa a redução do déficit público a 2% do PIB até 2013. O objetivo do plano era evitar o recurso à uma ajuda financeira internacional.
Dilma afirmou que é possível negociar a compra de títulos portugueses. "Nós temos investimentos de Portugal no Brasil, e do Brasil em Portugal, e temos parcerias entre as empresas portuguesas e brasileiras. No caso dos títulos, nós temos que cumprir os requisitos que dizem respeito ao uso das reservas do Brasil, a compra de títulos da dívida", disse.
Segundo Dilma, "os requisitos do Banco Central é que sejam títulos que tenham uma classificação triple way. A única alternativa que nós vemos nesse caso é a possibilidade de comprar títulos que não são triple way com garantia, ou de garantia real de algum ativo que supra essa deficiência. Isso é uma questão de negociação".