CHOQUE DE ORDEM
Para: Secretário de Ordem Pública - Alexander Vieira da Costa
Com base no censo 2010, Campo Grande, na zona oeste, é o mais populoso, com cerca de 330 mil habitantes.
Zona Oeste tem que ser mais valorizada pelo Poder Executivo, pois ela hoje não só detém o maior colégio eleitoral, mas acima de tudo a arrecadação de imposto é de grande valia para o desenvolvimento da Cidade do Rio de Janeiro como um todo. O que se arrecada em impostos nos bairros não é reinvestido nele mesmo. Entra tudo para uma conta única e dali é redistribuído de acordo com as necessidades. A Zona Oeste hoje é um grande arrecadador de imposto para a sustentabilidade da máquina pública em prol dos cariocas. Temos necessidade de tudo na região, pois a população está crescendo cada vez mais. A máquina pública não trabalha em cima de projetos para melhoria de nossa região, tudo e no improviso, e regionalizado por políticos, ou seja, verdadeiros currais políticos; precisamos de planejamentos no transito, na saúde, cultura, transporte e entre outras necessidades básicas.
Na área da saúde hoje temos um hospital, dois UPPAs, algumas clinicas da família e postos que não atente seu papel social, e pura verdade que a cada dia surge uma nova clinica particular.
Então vamos à área da cultura um teatro?
Transporte público existe? Ônibus caindo aos pedaços, sujos e 40 graus de puro calor, BRTs somente em maquetes, trens um tormento sempre atrasado.
Já no trânsito sempre caótico, temos um contingente de meia dúzia de guarda municipal para controlar um trânsito que tem uma população de 330 mil habitantes, uma vergonha pela arrecadação do bairro.
As calçadas foram transformadas em dormitórios de dependentes químicos, que furtam, esfaqueiam, assustam, praticam sexo e fumam a pedra da paz!
Agora a ZONA SUL tudo e tão lindo, ônibus, calçadas, hospitais, a cada esquina um grupo de guarda municipal.
Senhor secretario, por favor, em período de CARNAVAL, PRAIA E REVEILLON não tire os poucos agentes da guarda que aqui existem.
Só somos lembrados nas eleições, mesmo por aqueles que nos fecham as portas quando detêm a máquina pública.