Combate à corrupção no Brasil - medidas adicionais
Para: Procurador Geral da República
Adicionalmente às propostas, fineza acrescentar:
Se o combate à corrupção é para valer, é necessário que todos sejam considerados perpetuamente inelegíveis em caso comprovado, independentemente se políticos ou candidatos a políticos. Afinal quem se mostrou sem credibilidade não mais o merece.
Também não deverá ser substituído por integrantes diretos da família (evitar casos recentes de falta de ficha limpa). O candidato para realmente ser candidato, não pode estar sob júdice, quando do início da propaganda eleitoral.
Incluir também os mandatários dos partidos, pois a eles não cabem o álibi de não saberem. Se é sério deve haver o compromisso de investigações através de processos internos e até ajuda externa.
As empresas corruptoras/corrompidas, também devem ter uma suspensão das licitações por um prazo de pelo menos 4 anos (1 mandato para evitar relações com o poder).
Além da corrupção financeira, há a corrupção moral.
Nos debates de candidatos e nas propagandas eleitorais, não se deve admitir acusações sem provas. Senão não estará cumprindo com o objetivo de esclarecer o eleitorado. Isto forçaria que os candidatos procurassem por provas reais e colocasse tudo a limpo.
Hoje vimos que o objetivo é confundir o eleitorado e não esclarecê-lo. E como tal o resultado sempre será a lamentação. Ao invés do TSE estar cumprindo com o dever cívico de esclarecer, está omitindo. Inclusive não há presença do TSE nos debates quando ocorrem. O tribunal, não tribuna.
Acreditar que o financiamento de campanha, via empresas sairá mais barato, é acreditar em Papai Noel. Devemos ser suficientemente maduros para evitar tais fantasias.
Assim quem manda no Brasil, sempre será os financiadores de campanha! E povo brasileiro será sempre a vítima de um sistema eleitoral muito mal estruturado. Culpar os leigos é fácil. Seria mais conveniente esclarecê-los devidamente.