Estatuto de defesa dos cultos Afro-Brasileiros
Para: Ministério Público da União.
Irmãos, Motumbá, Kolofé, Mukuiu,namastê, A Bênção
Já passa da hora de nos organizarmos para estabelecermos leis mais severas para aqueles que nos ofendem, nos taxando de satanistas, pai/mãe de encosto, nossos orixás de demônios, encosto, etc.
Ainda não temos representação política de pessoas iniciadas no culto, então, temos que lutar com as armas que temos. Um abaixo assinado virtual, que nos permita a votação de um estatuto de defesa dos cultos afro-brasileiros e ameríndios.
Não temos mais escolha, não podemos mais nos esconder nos terreiros, achando que o mesmo é uma fortaleza intransponível. Sofremos ataques de grupos veganos evangélicos, de igrejas protestantes, da mídia televisiva, jornais, rádio, enfim, de todos os lugares. Nosso meio de defesa material são as leis e o ministério público, que têm se mostrado atuante nesse sentido.
Tentaram proibir nossas liturgias no Paraná, proibiram momentaneamente em são Paulo, e tentam proibir a nível nacional. Não pensem que a situação é cômoda, pois o presidente da câmara é evangélico, os protestantes têm uma bancada de 80 deputados, 20 senadores.
Unidos, podemos propor uma ação civil pública, para que se desenvolva um estatuto de defesa dos direitos afro-brasileiros, com pena restritiva de direitos, no caso de pessoa física até perda imediata da concessão pública, no caso de órgão ou empresa da mídia.
Vamos nos unir, precisamos de muitas assinaturas, mas podemos consegui, basta nos unirmos. Vamos lutar materialmente e xangô nos protegerá lá do Òrun.
Minha proposta é:
- Criar um estatuto de proteção aos cultos Afro-Brasileiros e ameríndios, com punição restritiva aos criminosos, fechamento de empresas, perda de concessão pública( no caso de empresa de mídia, seja ela qual for).
- Proteção maior ás liturgias dos cultos, com fim de invasões a terreiros e denuncismo calunioso por parte de grupos veganos, igrejas evangélicas e afins, determinando punições severas aos mesmos.
- tornar o crime de preconceito religioso crime inafiançável e imprescritível.
- criação da secretaria nacional de proteção á igualdade religiosa, separada da seppir e administrada por um membro do culto Afro-Brasileiro.
Conto com a colaboração e ajuda de todos.
Do amigo
Asogun Sebastian