QUEBRA DE PARIDADE: EM 2003 tungaram os aposentados cobrando a contribuição previdenciária - agora querem tungar os proventos pela segunda vez quebrando aparidade estabelecida na Constituição Federal
Para: mídia impressa e televisiva
No ano de 2003, com a ascensão do governo petista, os aposentados do serviço público foram alvos de uma maléfica orquestração perpetrada contra a classe, impondo a eles mediante a Emenda Constitucional a contribuição previdenciária dos aposentados - aposentados esses que contribuíram por décadas (35 anos ou mais) para que atingisse essa condição. Essa Emenda Constitucional revelou-se posteriormente que é espúria porque aprovada com os votos oriundos do Mensalão - que o Judiciário condenou apenas os mentores dessa nefasta orquestração.
Há 13 anos estamos pagando essa malfadada contribuição previdenciária que nenhum benefício trouxe ao povo brasileiro, mas apenas aguçou a sanha de corrupção que se avolumou de tal maneira que está inviabilizando a Nação.
Agora, nesta ano de 2016, esses mesmos governantes de plantão, sem uma nesga de eticidade ( para que ética, se há lei que não estão de acordo, muda-se a lei, ou melhor, faz-se Emenda Constitucional, açodadamente, e.g. via Mensalão), amoral (devem agir pensando: para que moralidade no trato da coisa pública?, como se no art. 37, "caput", CF, a moralidade não fosse obrigatória) - pretendem QUEBRAR A PARIDADE ENTRE OS ATIVOS E OS APOSENTADOS, como se o insculpido no art. 37, XI, da Constituição Federal, com a redação estabelecida no art. 7º da Emenda Constitucional nº 41, de 19/12/2003, fosse letra morta.
Essa quebra de paridade que pretendem perpetrar aos aposentados tem como objetivo principal dividir a classe dos ativos e dos aposentados da Auditoria da Receita Federal do Brasil, com a finalidade de enfraquecer a classe que nesse momento necessita estar coesa e apurar as fraudes praticadas pelos governantes de plantão. Portanto, abaixo a QUEBRA DA PARIDADE.