Prestação de contas da CUT já!
Para: Ministério Público / Congresso Nacional / Câmara dos Deputados
Se você trabalha com carteira assinada, provavelmente sustenta a CUT. Mesmo sem querer: o governo te obriga a pagar todo ano o equivalente a um dia de trabalho para financiar os sindicatos e organizações associadas em todo o país. É o imposto sindical.
O Imposto Sindical corresponde a um dia de trabalho e é descontado compulsoriamente de todo trabalhador com carteira assinada, mesmo que não seja filiado ao sindicato de sua categoria.
A cobrança foi criada em 1943, pela ditadura de Getúlio Vargas. Do total arrecadado, 60% são repassados aos sindicatos, 15% às federações, 5% às confederações e 20% ficam com o Ministério do Trabalho, para financiar programas como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que custeia o seguro-desemprego e o PIS.
Em 2008, o então presidente Lula determinou que, do total repassado ao FAT, 10% deveriam ser destinados às centrais sindicais. De lá para cá, as centrais já receberam cerca de R$ 530 milhões, VALOR ESTE QUE NÃO PRECISA TER NENHUMA PRESTAÇÃO DE CONTAS.
CUT e Força Sindical ficam com as maiores parcelas do imposto, R$ 44,5 milhões e R$ 40 milhões, respectivamente. Apesar de se declarar formalmente contra a cobrança, a CUT não devolve o dinheiro aos trabalhadores.
Já que este é um dinheiro que é retirado de todos os trabalhadores, independente de orientação política, não é justo que o mesmo tenha o fim que tem se visto neste período, em que a CUT e seus sindicatos utilizam todo este recurso de forma unilateral em manifestações em defesa do governo que aí está. Se este dinheiro vem de toda a classe trabalhadora, deveria haver a igualdade de direitos, e este recurso poder ser utilizado também por aqueles que são de oposição ao governo.
É por isso que pedimos, PRESTAÇÃO DE CONTAS DA CUT JÁ!