Falta de transparência em concursos públicos
Para: Ministério Público Federal
Por meio deste documento, venho denunciar a falta de respeito de bancas examinadoras de concursos públicos pela falta de transparência, desproporcionalidade na correção de exames discursivos e de desrespeito ao princípio da isonomia nas correções. Tais fatos vêm ocorrendo com frequência, principalmente em relação à banca examinadora Esaf, que organizou o último concurso da Anac, assim como os concursos para o Mpog e para a PFN em 2016.
A referida banca examinadora não disponibiliza padrões de respostas nos exames discursivos e as justificativas para indeferimento de recursos são totalmente incoerentes com o conteúdo cobrado e com as respostas dadas pelos candidatos, tanto que vários tiveram provas zeradas e sem o entendimento dos motivos que levaram a este resultado inesperado.
O concurso do MPOG foi tão conturbado que a banca foi obrigada a recorrigir as provas. Infelizmente, o concurso da Anac, posteriormente aplicado, segue a mesma linha, o que prejudica pessoas que buscam novas oportunidades profissionais e se esforçam em vão por conta de erros injustificáveis.
Espero que o Ministério Público Federal possa agir em prol da isonomia e acabar, definitivamente, com esses casos e outros que podem vir futuramente.