Contra a Legalização e descriminalização do Aborto
Para: Congresso Federal
Gostaria de apresentar a vocês este breve ensaio sobre a minha perspectiva do aborto a partir de uma analise sociológica do tema. Gostaria desde de já deixar claro duas premissas importantes para a nossa analise. A primeira acreditamos que existe vida e vida humana desde de momento da concepção até a morte de todos os seres humanos, e temos essa ideia pois se algo parecido com um feto fosse encontrado fora da terra como por exemplo na lua ou em marte, com certeza seria considerado vida. Nossa segunda premissa e que diferente da matemática onde dois sinais negativos trabalhados juntos se torna um positivo, quando tratamos de vidas e diferente, pois dois erros não se tornam um acerto.
A partir das premissas colocadas vemos que a humanidade desde de o século XVII vem buscando seus direitos, que podemos classificar em três principais direitos civis, diretos políticos e direitos sociais. Classificamos como direitos civis direitos básicos como direito a vida, direito de ir e vir direito a propriedade, etc. Como direitos políticos classificamos como direitos de participação ativa da vida politica, como numa democracia representativa o direito de votar e ser votado. Por fim os direitos sociais que classificamos como diretos de demandas como direito ao trabalho etc.
Nessa perspectiva dos direitos vemos nascer em meados do século XX movimentos sociais de luta de identidades. Ou seja grupos que se reúnem a partir de uma demanda comum. Movimentos como o Movimento Feminista, o Movimento Negro, Movimento LGBT etc. Dentro do movimento feminista vemos nascer uma pauta importantíssima para elas que é o direito ao aborto. Segundo esse movimento o aborto seria um direito da mulher, e este direito pode ser resumido no seguinte jargão: "Meu Corpo Minhas Regras". Vemos aqui um argumento plenamente individualista que coloca um simples egoísmo a frente de uma vida humana. Isso falamos sem medo de mulheres de classe média alta, que não foram estupradas, pois elas tinham todas as condições de evitar essa gravidez e não evitaram. Falamos isso a partir de uma outra premissa que e até da física, toda ação tem uma reação, o aborto nesses casos e querer que a ação do ao sexual desprotegido deixe de ter sua reação que é o bebe. Quer fazer sexo e não ter filhos isso e simples previna – se.
A segunda premissa que colocamos é que dois erros não se tornam um acerto e aqui podemos dar dois caminhos a nossa discussão. Em casos de estupro, e em casos da mulher não ter condições psicossociais para cuidar daquela criança. Primeiro caso de estupro e mesmo nestes casos nós não podemos ser a favor do aborto, pois nestes casos ser a favor de abortar é o mesmo que ser a favor de que uma pessoa pague com a vida pelo crime de outra, e isso e uma violação aos direitos humanos inquestionável. Ainda nessa ideia podemos colocar o argumento em favor do aborto de que a mulher não teria condições psicossociais para cuidar dessas criança, nos colocamos como contra argumento nesse caso, que a criança depois de nascida seja posta para adoção e aqui abrimos nosso terceiro ponto de discussão.
Nós acreditamos que a vida deve ser protegida desde de a sua concepção até a sua morte, pois acreditamos que não cabe a nós seres humanos julgar quando um outro ser humano deixa de viver. Por isso nós devemos criar mecanismos para proteção dessas vidas, e não para o seu extermínio. A sociedade deve garantir que essas crianças possam nascer, e dividir com as mães principalmente nesses casos extremos citados a cima a responsabilidade sobre aquela criança. Um exemplo que pode nos servir e a Comunidade Católica Jesus Menino. Que e um local que crianças que nasceram nessas condições extremas e que as mães são quiseram, são levadas para serem cuidadas e criadas com todo amor e assim terem uma condição de vida. Aborta é não permitir que uma criança independente da situação tenha direito a vida.
Já caminhando para nossa conclusão queremos colocar o seguinte argumento, falamos no inicio que o aborto seria um direito da mulher, porém acreditamos que esse direito não e justificado pois ele ferem o direito fundamental a vida daquele individuo que esta sendo gerado. E acreditamos que permitir que o feto seja gerado e um direito da humanidade, pois o feto não pode ser caracterizado por gênero ou racialmente falando, por isso todos nós devemos lutar para assegurar que esse feto possa nascer e a partir do seu nascimento que a sociedade possa garantir que essa criança tenha condições para manutenção de sua vida.